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QUEM SÃO E SUAS PRATICAS!



By  GILBERTO NUNES     07:44     

QUEM SÃO OS ORIXÁS, ORIGEM E PRATICAS.
I – INTRODUÇÃO
É, porém, inegável a proliferação verdadeiramente espantosa desses centros de superstição, depravação, degradação moral, em que se misturam práticas fetichistas e ritos católicos, deuses africanos e santos católicos, num sincretismo bárbaro de necromancia, magia, politeísmo, demonolatria e heresia.
E não julguemos que se trata de um movimento apenas entre a gente de cor. A absoluta maioria dos “chefes de terreiros” são brancos e as tendas também são freqüentadas pôr pessoas que vão até lá em carros do ano e até mesmo carros oficiais. Alguém poderia dizer que a umbanda é uma religião própria da classe inculta ou ignorante, haveria de diminuir na proporção em que crescesse o índice de alfabetização. Mas isto não acontece. Pois vemos entre os freqüentadores até gente de destacada posição social. Presidentes, Senadores, Ministros, Deputados, Prefeitos, Vereadores, artistas etc. O próprio Governo parece fomentar esse movimento como espetáculo de valor turístico.( MINHA OPINIÃO)
II – CONFUSÃO NA UMBANDA
Cada um procura fazer uma Umbanda a seu modo, e dentro do conceito que ele próprio imagina, de acordo com a sua instrução, com a sua capacidade de imaginação, com seus conhecimentos, e, quase nunca, com a orientação dada pelos seus próprios guias. Não somente cada autor, cada chefe de terreiro proclama: “A Umbanda que aqui se pratica , é muito diferente dessa Umbanda que se pratica pôr aí afora”. Pois: “Inúmeras são as contradições existentes entre os próprios praticantes da Umbanda..
Uns querem voltar ao mais puro africanismo; outros rejeitam energicamente todos os elementos africanos, outros pretendem ter encontrado a mais pura Umbanda nas religiões da Índia; nem falta quem declare que “o livro fundamental de Umbanda é a Bíblia, com o Antigo e Novo Testamento, tal como estão escritos, não se admitindo interpretações simbólicas.
III – A PALAVRA “UMBANDA”
A confusão já se manifesta na explicação da origem do significado da própria palavra “Umbanda”. Há mil interpretações sobre a palavra Umbanda. Essa palavra é um constante e permanente desafio aos estudiosos do assunto. Uns dizem que é Luz Irradiante, outros dizem que é Banda de Deus, há os que dizem que é Corrente Espiritualista, Na Luz de Deus, Legionários de Deus, e vai por aí afora, porém tudo vago e indefinido, sem haver, entretanto, uma explicação cabal e convincente. O Dr. Artur Ramos já reconhece a palavra, que é de origem africaníssíma, designado o grão-sacerdote do culto banto ou evocador de espíritos. No catecismo de Umbanda diz que: “Umbanda é uma palavra africana, significando ora o sacerdote, ora o local onde se pratica o culto”.

IV – UMBANDA É ESPIRITISMO
Existe grande desavença entre os adeptos do Espiritismo Kardecista (que aceita codificada por Allan Kardec) e os do Espiritismo Umbandista. Uns e outros fazem questão de dizer “espíritas ”
Mas os primeiros declaram que foi Allan Kardec quem criou e ficçou o termo para designar especificamente o Movimento Espiritualista pôr ele iniciado e que, por conseguinte, outros não podem usurpar a mesma designação para um movimento essencialmente diferente. É a razão por que reclamam o termo “espírita” para si exclusivamente. Nem por isso os umbandistas deixam de chamar-se “espíritas”. Podem alegar em seu favor que a Umbanda de fato não é ,essencialmente diferente do kardecismo.
Mas existe outra razão muito mais decisiva que nos permite identificar a Umbanda e o Espiritismo. Pois todos os umbandistas aceitam a doutrina ou filosofia kardecista da reencarnação. O umbandista acredita na lei das reencarnações, na lei da evolução das almas, aceita a “revelação” de Jesus Cristo. Dois ponto distinguem o umbandista do kardecista: a.) a prática da comunicação dos espíritos dos mortos, b.) o ritual, muito complexo na lei de Umbanda, que é uma religião de culto externo.
V – UMBANDA, A QUARTA REVELAÇÃO
Aceitando embora integralmente a revelação kardeciana”, a Umbanda pretende, no entanto, aperfeiçoá-la e ultrapassá-la . Para os umbandista Kardec é grande, mas a Umbanda é maior. Moisés trouxe a primeira revelação, Cristo veio com a segunda revelação, Kardec declarou o espiritismo portador da terceira revelação, mas a Umbanda seria a última, a Quarta Revelação. Assim como Cristo retificou e superou Moisés, como Kardec corrigiu e suplantou Cristo, assim a Umbanda julga purificar e vencer Kardec, Cristo, e Moisés. É que eles, os umbandistas, tiveram a dita de entrar em relações com espíritos superiores aos daqueles que ditaram suas mensagens para Allan kardec, espíritos “que possuem mais vastas concepção do universo e reconhecem a existência de outra ordem de espíritos (não humanos), cujas relações entre os mesmos e os humanos não deve ser apenas de mérito intercâmbio e sim de cultuação, o que exige ( e mesmo que o contato seja estabelecido) uma verdadeira ritualística
VI – UMBANDA É MAGIA
Todos os autores umbandistas que tenham pesquisado definem este movimento como sendo magia; por exemplo: a Umbanda faz magia pôr intermédio das forças invisíveis, baseadas nas forças astrais, com rituais, preceitos, sinais cabalísticos, cânticos e outros elementos, como a água, o fogo, a fumaça, as bebidas, as comidas, os animais, apetrechos apropriados, etc. O umbandista poderia ser comparado com os “alquimistas, feiticeiros, advinhos, pitonisas do passado.
O espiritismo kardecista evoca os espíritos para deles ter notícias, obter comunicações doutrinárias, ou ainda, quando se trata de espíritos atrasados, para instruí-los; mas não existe a idéia de fazer certos “trabalhos” a favor ou contra determinadas pessoas. A Umbanda porém, vai bem mais longe,: no culto aos Exus, considerados “os agentes mágicos universais que estes espíritos são evocados pôr meio de ritos, sinais cabalísticos (“pontos riscados”) , versos evocativos (“pontos cantados”) e objetos ( galos, galos pretos, charutos, cachaça, velas, etc.) que lhe são oferecidos (“presentes”, “despachos”) para conseguir que se ponham ao serviço do homem e façam ou desmanchem determinados “trabalhos”. E isso é magia no sentido mais estrito da palavra.
Ora, tanto a necromancia dos Kardecistas, como a magia dos umbandistas, foi proibido por Deus. Eis alguns exemplos: Lv 20:6; Lv 19:31; Dt 18:12-14; At 8:9-11; At 13:10; At 19:10.
VII – UMBANDA E QUIMBANDA
Querem alguns distinguir entre Umbanda e Quimbanda, dizendo que ambos praticam a magia, sim, mas com a diferença de que em Umbanda ela é feita apenas para o bem (e seria a Magia Branca) e em Quimbanda (Magia Negra) os trabalhos seriam exclusivamente maus.
Na sua essência íntima, a Quimbanda é em quase tudo idêntica ao que se cultua na Umbanda.
Quando alguém procura a Quimbanda, procura porque quer fazer trabalhos; por exemplo: “para obrigar o namorado ou amante a voltar a se casar; para amarrar o homem com a mulher; para que o marido se conforme com a mulher ter o seu amante; para uma mulher tirar o homem da outra; para que o homem só tenha potência para uma mulher; para amarrar a vida e negócio dos outros e os arruinar; para obrigar outros a fazer o que não é justo; para castigar os inimigos, pô-los doentes ou então matar, etc. Essas pessoas recorrem aos serviços dos exus que também são cultuados na Umbanda, sendo que na Quimbanda só trabalham com os exus.
VII – UMBANDA É A NEGAÇÃO DO CRISTIANISMO
Já vimos que a Umbanda, em sua prática da evocação dos espíritos e em seus trabalhos de magia (branca ou negra, tanto faz) desobedece a Deus, revoltando-se contra uma ordem clara e repetida do Criador. Verificamos que a Umbanda, em sua doutrina panteísta, contesta e deve contestar toda uma longa série de verdade cristãs a respeito de Deus: Nega a Trindade, a existência de um Deus pessoal e distinto do mundo; a divindade de Jesus, a redenção por Cristo, a Graça de Deus, a ressurreição de Cristo, o juízo depois da morte, a ressurreição final de todos os homens, a existência do inferno, dos demônios, do diabo etc.
Tudo isso, em outras palavras, é a negação total da doutrina cristã e por isso do Cristianismo.


VIII – A HIERARQUIA EM UMBANDA
Não existe uniformização de ritual dentro dos vários terreiros. A extrema complexidade dos ritos para a evocação mágica dos orixás, eguns e exus, ou para outros “trabalhos espirituais de caridade”, reclama numeroso pessoal, suficientemente instruído e habilitado. É necessário tomarmos conhecimento da terminologia própria da Umbanda e das atribuições dos vário graus da hierarquia umbandista:
1 – O chefe principal, ou chamado chefe do terreiro, é denominado geralmente “Pai de Santo” (tradução literal de babalorixá: baba = pai, orixá = santo) ou babalaô, babaloxá, babaluê, ou ainda: cacique, príncipe de Umbanda, senhor de Olorum; quando for mulher, é “Mãe de Santo”, ou simplesmente baba
2 – Ogans, homens que auxiliam diretamente o babalaô, tratam do cerimonial, dirigem os trabalhos de incorporação dos médiuns, entoam os pontos cantados e zelam pela perfeita ordem do terreiro, conhecem as forças das ervas, os segredos e os efeitos dos pontos riscados, a comida dos Santos e sabem manejar a faca para sacrificar os animais. Quando mulheres, tem o nome de jabonan, jibonan ou “Mãe pequena”, que são encarregadas também de dirigir as danças e devem ocupar-se com as mulheres.
3 – Cambones, cambonos ou cambandos e as sambas. Todos são “Filhos ou Filhas de Santo”. São auxiliares, competindo-lhes abrir o terreiro, receber qualquer babalaô, enxugar o rosto dos médiuns, evitar que se machuquem, socorrê-los quando em transe, ajudar nas danças e cantar para as grandes cerimônias. Os cambones prestam auxilio aos homens, as sambas as mulheres
4 – Médiuns, julgados em condições de incorporar ou receber os Orixás Menores. Na Umbanda esses médiuns, quando incorporados, são chamados também cavalos, aparelhos, moleques, etc.
Segundo a doutrina umbandista ele é chamado de cavalo porque o médium é realmente o cavalo de que se serve o cavaleiro (o guia, espírito ou orixá) para percorrer o caminho dessa nova espécie de apostolado da mentira: ensinar aos filhos da Umbanda a “vereda da luz”. Todo cavalo depois de domado, tem o seu cavaleiro; assim todo o cavalo de Umbanda , depois de desenvolvido, tem seu guia seu cavaleiro de Aruanda.
IX – INSTRUMENTO DA MAGIA UMBANDISTA
Está em uso uma infinita variedade de instrumentos na Umbanda, para a prática da Magia: Vestimentas as mais variadas, tambores, chocalhos, pembas de todas as cores (pedra de giz), ponteiros (punhais de aço), moringues de barro, velas de cera, fitas de seda, barbante (linha
crua), conchas marinhas, estrelas do mar, defumadores de toda as espécies, flechas, capacetes de penas (cocares), guias (colares de contas), plantas e raízes, charutos e cachimbos, fumo de rolo, pombos pretos, galos vermelhos ou pretos, sangue de boi, farofa de farinha de mandioca, bebidas, cervejas, várias espécies de vinhos, marafa (cachaça), azeite de dendê, mel de abelha, pólvora, carvão, enxofre em pedra ou pó, perfumes e essências, etc.
X – JOGOS DE BÚZIOS
Muitos vão ao terreiro pedir ao “Pai de Santo” que “bote os búzios”, isto é, que interrogue os espíritos sobre determinado problema, sobre a natureza de alguma aflição ou doença, sobre o êxito de certos negócios, inclusive para resolver problemas políticos. “Búzios” ou “buzos”são pequenas conchas marinhas, por meio das quais os babalaôs se comunicam com os espíritos. Os búzios, depois de apanhados na praias, recebem um batismo, os búzios assim consagrados, são guardados dentro do altar. Normalmente o número de búzios é 12, mas este número pode aumentar até 16 ou 20. Os búzios recebem cada um o nome de um Orixá.
Doze búzios são convincentemente preparados pelo babalorixá; para se saber de alguma coisa, fecham-se os búzios na mão direita e depois, abrindo esta, como quem está jogando dados, atiram-se os búzios sobre a mesa. Os búzios formam então várias figuras, que são interpretadas pelo babalorixá. Quando o babalorixá está jogando os búzios, há sempre espírito junto dele e do consulente. Esses espíritos auxiliam o babalorixá a interpretar as figuras muito complicadas. Antes de iniciar a adivinhação, o babalorixá dirige uma pequena prece ao seu Guia e ao Guia do consulente. Estas consultas devem ser pagas e aí há muita exploração.
XI – OS EXUS DE UMBANDA E O CULTO AO DEMÔNIO
Toda e qualquer reunião de Umbanda inicia com um presente oferecido ao Exu, como dizem os umbandistas: “o agente mágico universal, por cujo intermédio o mundo dos vivos se comunica com o mundo espiritual., em seus diversos planos, pois este planeta, no qual habitamos, pertence aos Exus. É o exu (em outros lugares também denominado Zumbi, Cariapemba, Leba, o homem das encruzilhadas) o espírito mais invocado, e a ele são oferecidos o maior número de presentes (“despachos”).
E não se diga que o culto ao Exu é exclusivo da Quimbanda, da Macumba, do Candomblê ou do Batuque. Na Umbanda os Exus são constantemente invocados e trabalho algum é começado sem que sejam salvadas (isto é: reverenciadas) essas entidades; nenhum trabalho de Umbanda pode fazer-se sem antes ser riscado o ponto de segurança, chamado porteira, puxando-se um ponto (canto) adequado, dando-se algumas vezes um presente a Exu, quando se trata de um trabalho importante.
Pois bem, este autor, como, aliás, também outros pesquisadores de Umbanda, identifica os exus com os demônios. dizem os umbandistas que os Exus podem dar forças suficientes para com o mal prejudicarem os outros. Os Exus atuam da maneira mais variada possível. Mostram-se mansos como cordeiros, porém o seu íntimo é uma gargalhada demoníaca de gozo. Podem ser usados também como armas contra os malefícios que outros fizeram, pois, interesseiros como são, tanto se lhes dá seja de um ou de outrem, a alma ou o espírito que pretendem arrastar. O Exu é em via de regra interesseiro, e, se lhe recebe um presente ( despacho ), fatalmente ele irá cumprir o que lhe foi pedido, pouco se importando que o resultado bom ou mau possa repercutir no Mundo Terreno, pois que só lhe apraz fazer o que está errado e é para isso que eles existem. Sendo o Exu o dono principal das ruas e encruzilhadas, é a ele quem primeiro devem saldar, pois é somente com a sua licença que podem dirigir um trabalho de
Magia, pelo fato de ser ainda ele o elemento mágico universal.
Pensam os umbandistas que Deus é bom e não faz nem pode fazer mal. Ele é o Pai bondoso de todos e tem obrigação de cuidar de seus filhos. Não precisam por isso de estar pedindo favores a Deus. Pedir a Deus seria até um sinal de desconfiança. Mas o Exu é ruim, sempre pronto a fazer das suas, para prejudicar e fazer o mal. Todavia, querendo, o Exu também pode favorecer e servir para o bem. É por isso que precisam se esforçar para estar de bem com ele.
Daí a necessidade de cultuá-lo, de oferecer-lhe sacrifícios e presente .
Então ele se põe às ordens e faz o bem (ou o mal) que lhe pedem. Os Exus são numerosíssimos. Têm os nomes mais extravagantes: Exu Tranca Ruas, Exu Quebra Galho, Exu das 7 Poeiras, Exu das 7 Portas, Exu Tranca Tudo, Exu cheiroso, Exu da Capa Preta, Exu Tiriri,. Exu Calunga, Exu Morcego, etc. Cada um deles tem a seu serviço numerosos subalternos. Eles dividiram entre si o mundo, de que são os senhores imediatos, com liberdade sem restrições: uns mandam nos rios, outros nas matas, outros nas estradas, nas montanhas, nos cemitérios, nas soleiras das casas, etc. Vários deles (como Tranca Tudo e Tranca Ruas) fazem qualquer “serviço”. Outros têm especialidades: alguns possuem qualidades especiais para transmitir doenças, outros para produzir desastres, outros para matar, outros para seduzir moças, separar casais, etc.
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XII – CONCLUSÃO
A Umbanda está sendo considerada pôr muitos estudiosos como cultura do povo brasileiro. Ela é fruto do sincretismo entre o catolicismo medieval português, religiões africanas, culto dos ancestrais índios e o espiritismo de Allan Kardec. O desafio da Umbanda está diante da Igreja de Jesus Cristo no Brasil, que até hoje não se despertou suficientemente para reconhece-lá tal qual ela é, e considerar e calcular o preço envolvido em aceitar o desafio. Os praticantes da Umbanda de alguma forma entram em compromisso direto com demônios, pactuando-se com Satanás que se transforma em “anjo de luz”. Espero que esta análise possa ser útil a todos os que estão empenhados em batalhar diligentemente pela “fé que uma vez pôr todas foi entregue aos santos” Jd 3; Jo 8:32,36


XIII – VOCABULÁRIO UBANDISTA
Abacê, cozinheira que prepara as comidas de santo.
Acassá, bolo de milho
Agô, licença
Agô-iê, dai-me licença
Alá, dossel no terreiro, debaixo da qual se servem as comidas de santo
Amalá, comida de santo
Aparelho, médium em função
Atabaque, tambor
Babalaô, chefe de terreiro, pai de santo
babalorixá, o mesmo que babalaô
Batuque, sapateado africano
Burro, médium em transe
Búzio, concha marinha, caracol
Cacimba, vasilha
Calundo, espírito protetor das parturientes
Calunga, cemitério
Calunga grande, mar
Cambiá, amuleto para ser enterrado
Cambono, auxiliar nos trabalhos do terreiro
Cambono colofé, auxiliar nas cerimônias de iniciação
Candombé, reunião de médiuns e pessoas com apetrechos apropriados para fazerem canjerê
Canjerê, despacho ou trabalho
Canjira, local de dança
Carau, comida de santo
Cavalo, médium em transe
Coité, vasilha, cuia
Congá, altar
Curiar, comer, beber
Curimba, dança
Demanda, questão, luta
Dumba, mulher
Ebó, milho branco preparado com azeite
Egum, espírito de pessoa falecida
Embé, sacrifício de animal
Embanda, mensageiro, porta-voz
Ebó, comida de santo
Epó, azeite
Exu, espírito mau, demônio
Filho de Santo, médium em que se incorpora um orixá
Ganga, chefe de terreiro
Gongá, altar, santuário, local de trabalho
Guia, pulseira
Iansan, orixá feminino do vento, mulher de Xangô, patrona das mulheres livres. Santa Bárbara
Ibeji, orixás gêmeos, São Cosme e São Damião
Iemanjá, orixá feminino do mar. Nossa Senhora
Jabonan, mãe de terreiro, de segunda categoria
Kalunga, espelho
Karunga, mar
Macumba, vara de ipê ou bambu, cheio de dentes, com laços de fita em uma das pontas, na qual um indivíduo, com duas varinhas finas e resistentes, faz o atrito sobre os dentes, tendo uma das pontas da vara encostada na barriga e outra encostada na parede.
Marafa, aguardente, paratí
Mironga, mistério
Mucamba, mulher auxiliar do terreiro
Muginga, pipoca preparada para o ritual da troca de cabeça
Nunanga, vestes cerimoniais
Obá, céu
Ogan, babalaô de segunda categoria
Ogum, orixá das demandas. São Jorge (no Rio), e Santo Antônio (na Baía)
Omulu, orixá da morte, das pestes. São Lázaro
Orixá, divindade secundária, espírito de luz
Otá, fetiche, imagem de um orixá
Oti, bebida
Oxalá, chefe dos orixás, Cristo
Oxóssi, orixá das matas, da caça. São Sebastião (no Rio), São Jorge (na Baía)
Oxun, orixá feminino dos rios. Nossa Senhora
Pegi, altar
Pemba, giz, para riscar os pontos
Ponteiro, punhal
Ponto cantado, hino, canto evocativo
Ponto riscado, sinal cabalístico evocativo
Samba, mulher auxiliar da mãe de santo
Sangue, vinho
Saravá, saudação, cumprimento, “salve”
Ubá, casca de árvore
Urubatão, “caboclo”, chefe de falange.
Vumbi, cerimônia fúnebre, depois da morte de um pai de santo ou de um babalaô, a fim de afastar o seu espírito da sua casa
Xangô, orixá dos raios, das tempestades. São Jerônimo
Zambi, Deus
Zumbi, chefe, rei.


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