QUEM
SÃO OS ORIXÁS, ORIGEM E PRATICAS.
I – INTRODUÇÃO
É, porém, inegável a proliferação
verdadeiramente espantosa desses centros de superstição, depravação, degradação
moral, em que se misturam práticas fetichistas e ritos católicos, deuses
africanos e santos católicos, num sincretismo bárbaro de necromancia, magia,
politeísmo, demonolatria e heresia.
E não julguemos que se trata de um movimento apenas entre a gente de cor. A absoluta maioria dos “chefes de terreiros” são brancos e as tendas também são freqüentadas pôr pessoas que vão até lá em carros do ano e até mesmo carros oficiais. Alguém poderia dizer que a umbanda é uma religião própria da classe inculta ou ignorante, haveria de diminuir na proporção em que crescesse o índice de alfabetização. Mas isto não acontece. Pois vemos entre os freqüentadores até gente de destacada posição social. Presidentes, Senadores, Ministros, Deputados, Prefeitos, Vereadores, artistas etc. O próprio Governo parece fomentar esse movimento como espetáculo de valor turístico.( MINHA OPINIÃO)
E não julguemos que se trata de um movimento apenas entre a gente de cor. A absoluta maioria dos “chefes de terreiros” são brancos e as tendas também são freqüentadas pôr pessoas que vão até lá em carros do ano e até mesmo carros oficiais. Alguém poderia dizer que a umbanda é uma religião própria da classe inculta ou ignorante, haveria de diminuir na proporção em que crescesse o índice de alfabetização. Mas isto não acontece. Pois vemos entre os freqüentadores até gente de destacada posição social. Presidentes, Senadores, Ministros, Deputados, Prefeitos, Vereadores, artistas etc. O próprio Governo parece fomentar esse movimento como espetáculo de valor turístico.( MINHA OPINIÃO)
II – CONFUSÃO NA UMBANDA
Cada um procura fazer uma Umbanda
a seu modo, e dentro do conceito que ele próprio imagina, de acordo com a sua
instrução, com a sua capacidade de imaginação, com seus conhecimentos, e, quase
nunca, com a orientação dada pelos seus próprios guias. Não somente cada autor,
cada chefe de terreiro proclama: “A Umbanda que aqui se pratica , é muito
diferente dessa Umbanda que se pratica pôr aí afora”. Pois: “Inúmeras são as
contradições existentes entre os próprios praticantes da Umbanda..
Uns querem voltar ao mais puro africanismo; outros rejeitam energicamente todos os elementos africanos, outros pretendem ter encontrado a mais pura Umbanda nas religiões da Índia; nem falta quem declare que “o livro fundamental de Umbanda é a Bíblia, com o Antigo e Novo Testamento, tal como estão escritos, não se admitindo interpretações simbólicas.
Uns querem voltar ao mais puro africanismo; outros rejeitam energicamente todos os elementos africanos, outros pretendem ter encontrado a mais pura Umbanda nas religiões da Índia; nem falta quem declare que “o livro fundamental de Umbanda é a Bíblia, com o Antigo e Novo Testamento, tal como estão escritos, não se admitindo interpretações simbólicas.
III – A PALAVRA “UMBANDA”
A confusão já se manifesta na
explicação da origem do significado da própria palavra “Umbanda”. Há mil
interpretações sobre a palavra Umbanda. Essa palavra é um constante e
permanente desafio aos estudiosos do assunto. Uns dizem que é Luz Irradiante,
outros dizem que é Banda de Deus, há os que dizem que é Corrente
Espiritualista, Na Luz de Deus, Legionários de Deus, e vai por aí afora, porém
tudo vago e indefinido, sem haver, entretanto, uma explicação cabal e
convincente. O Dr. Artur Ramos já reconhece a palavra, que é de origem
africaníssíma, designado o grão-sacerdote do culto banto ou evocador de
espíritos. No catecismo de Umbanda diz que: “Umbanda é uma palavra africana,
significando ora o sacerdote, ora o local onde se pratica o culto”.
IV – UMBANDA É ESPIRITISMO
Existe grande desavença entre os
adeptos do Espiritismo Kardecista (que aceita codificada por Allan Kardec) e os
do Espiritismo Umbandista. Uns e outros fazem questão de dizer “espíritas ”
Mas os primeiros declaram que foi Allan Kardec quem criou e ficçou o termo para designar especificamente o Movimento Espiritualista pôr ele iniciado e que, por conseguinte, outros não podem usurpar a mesma designação para um movimento essencialmente diferente. É a razão por que reclamam o termo “espírita” para si exclusivamente. Nem por isso os umbandistas deixam de chamar-se “espíritas”. Podem alegar em seu favor que a Umbanda de fato não é ,essencialmente diferente do kardecismo.
Mas existe outra razão muito mais decisiva que nos permite identificar a Umbanda e o Espiritismo. Pois todos os umbandistas aceitam a doutrina ou filosofia kardecista da reencarnação. O umbandista acredita na lei das reencarnações, na lei da evolução das almas, aceita a “revelação” de Jesus Cristo. Dois ponto distinguem o umbandista do kardecista: a.) a prática da comunicação dos espíritos dos mortos, b.) o ritual, muito complexo na lei de Umbanda, que é uma religião de culto externo.
Mas os primeiros declaram que foi Allan Kardec quem criou e ficçou o termo para designar especificamente o Movimento Espiritualista pôr ele iniciado e que, por conseguinte, outros não podem usurpar a mesma designação para um movimento essencialmente diferente. É a razão por que reclamam o termo “espírita” para si exclusivamente. Nem por isso os umbandistas deixam de chamar-se “espíritas”. Podem alegar em seu favor que a Umbanda de fato não é ,essencialmente diferente do kardecismo.
Mas existe outra razão muito mais decisiva que nos permite identificar a Umbanda e o Espiritismo. Pois todos os umbandistas aceitam a doutrina ou filosofia kardecista da reencarnação. O umbandista acredita na lei das reencarnações, na lei da evolução das almas, aceita a “revelação” de Jesus Cristo. Dois ponto distinguem o umbandista do kardecista: a.) a prática da comunicação dos espíritos dos mortos, b.) o ritual, muito complexo na lei de Umbanda, que é uma religião de culto externo.
V – UMBANDA, A QUARTA REVELAÇÃO
Aceitando embora integralmente a
revelação kardeciana”, a Umbanda pretende, no entanto, aperfeiçoá-la e
ultrapassá-la . Para os umbandista Kardec é grande, mas a Umbanda é maior.
Moisés trouxe a primeira revelação, Cristo veio com a segunda revelação, Kardec
declarou o espiritismo portador da terceira revelação, mas a Umbanda seria a
última, a Quarta Revelação. Assim como Cristo retificou e superou Moisés, como
Kardec corrigiu e suplantou Cristo, assim a Umbanda julga purificar e vencer
Kardec, Cristo, e Moisés. É que eles, os umbandistas, tiveram a dita de entrar
em relações com espíritos superiores aos daqueles que ditaram suas mensagens
para Allan kardec, espíritos “que possuem mais vastas concepção do universo e
reconhecem a existência de outra ordem de espíritos (não humanos), cujas
relações entre os mesmos e os humanos não deve ser apenas de mérito intercâmbio
e sim de cultuação, o que exige ( e mesmo que o contato seja estabelecido) uma
verdadeira ritualística
VI – UMBANDA É MAGIA
Todos os autores umbandistas que
tenham pesquisado definem este movimento como sendo magia; por exemplo: a
Umbanda faz magia pôr intermédio das forças invisíveis, baseadas nas forças
astrais, com rituais, preceitos, sinais cabalísticos, cânticos e outros elementos,
como a água, o fogo, a fumaça, as bebidas, as comidas, os animais, apetrechos
apropriados, etc. O umbandista poderia ser comparado com os “alquimistas,
feiticeiros, advinhos, pitonisas do passado.
O espiritismo kardecista evoca os espíritos para deles ter notícias, obter comunicações doutrinárias, ou ainda, quando se trata de espíritos atrasados, para instruí-los; mas não existe a idéia de fazer certos “trabalhos” a favor ou contra determinadas pessoas. A Umbanda porém, vai bem mais longe,: no culto aos Exus, considerados “os agentes mágicos universais que estes espíritos são evocados pôr meio de ritos, sinais cabalísticos (“pontos riscados”) , versos evocativos (“pontos cantados”) e objetos ( galos, galos pretos, charutos, cachaça, velas, etc.) que lhe são oferecidos (“presentes”, “despachos”) para conseguir que se ponham ao serviço do homem e façam ou desmanchem determinados “trabalhos”. E isso é magia no sentido mais estrito da palavra.
Ora, tanto a necromancia dos Kardecistas, como a magia dos umbandistas, foi proibido por Deus. Eis alguns exemplos: Lv 20:6; Lv 19:31; Dt 18:12-14; At 8:9-11; At 13:10; At 19:10.
O espiritismo kardecista evoca os espíritos para deles ter notícias, obter comunicações doutrinárias, ou ainda, quando se trata de espíritos atrasados, para instruí-los; mas não existe a idéia de fazer certos “trabalhos” a favor ou contra determinadas pessoas. A Umbanda porém, vai bem mais longe,: no culto aos Exus, considerados “os agentes mágicos universais que estes espíritos são evocados pôr meio de ritos, sinais cabalísticos (“pontos riscados”) , versos evocativos (“pontos cantados”) e objetos ( galos, galos pretos, charutos, cachaça, velas, etc.) que lhe são oferecidos (“presentes”, “despachos”) para conseguir que se ponham ao serviço do homem e façam ou desmanchem determinados “trabalhos”. E isso é magia no sentido mais estrito da palavra.
Ora, tanto a necromancia dos Kardecistas, como a magia dos umbandistas, foi proibido por Deus. Eis alguns exemplos: Lv 20:6; Lv 19:31; Dt 18:12-14; At 8:9-11; At 13:10; At 19:10.
VII – UMBANDA E QUIMBANDA
Querem alguns distinguir entre
Umbanda e Quimbanda, dizendo que ambos praticam a magia, sim, mas com a
diferença de que em Umbanda ela é feita apenas para o bem (e seria a Magia
Branca) e em Quimbanda (Magia Negra) os trabalhos seriam exclusivamente maus.
Na sua essência íntima, a Quimbanda é em quase tudo idêntica ao que se cultua na Umbanda.
Quando alguém procura a Quimbanda, procura porque quer fazer trabalhos; por exemplo: “para obrigar o namorado ou amante a voltar a se casar; para amarrar o homem com a mulher; para que o marido se conforme com a mulher ter o seu amante; para uma mulher tirar o homem da outra; para que o homem só tenha potência para uma mulher; para amarrar a vida e negócio dos outros e os arruinar; para obrigar outros a fazer o que não é justo; para castigar os inimigos, pô-los doentes ou então matar, etc. Essas pessoas recorrem aos serviços dos exus que também são cultuados na Umbanda, sendo que na Quimbanda só trabalham com os exus.
Na sua essência íntima, a Quimbanda é em quase tudo idêntica ao que se cultua na Umbanda.
Quando alguém procura a Quimbanda, procura porque quer fazer trabalhos; por exemplo: “para obrigar o namorado ou amante a voltar a se casar; para amarrar o homem com a mulher; para que o marido se conforme com a mulher ter o seu amante; para uma mulher tirar o homem da outra; para que o homem só tenha potência para uma mulher; para amarrar a vida e negócio dos outros e os arruinar; para obrigar outros a fazer o que não é justo; para castigar os inimigos, pô-los doentes ou então matar, etc. Essas pessoas recorrem aos serviços dos exus que também são cultuados na Umbanda, sendo que na Quimbanda só trabalham com os exus.
VII – UMBANDA É A NEGAÇÃO DO
CRISTIANISMO
Já vimos que a Umbanda, em sua
prática da evocação dos espíritos e em seus trabalhos de magia (branca ou
negra, tanto faz) desobedece a Deus, revoltando-se contra uma ordem clara e
repetida do Criador. Verificamos que a Umbanda, em sua doutrina panteísta,
contesta e deve contestar toda uma longa série de verdade cristãs a respeito de
Deus: Nega a Trindade, a existência de um Deus pessoal e distinto do mundo; a
divindade de Jesus, a redenção por Cristo, a Graça de Deus, a ressurreição de
Cristo, o juízo depois da morte, a ressurreição final de todos os homens, a
existência do inferno, dos demônios, do diabo etc.
Tudo isso, em outras palavras, é a negação total da doutrina cristã e por isso do Cristianismo.
Tudo isso, em outras palavras, é a negação total da doutrina cristã e por isso do Cristianismo.
VIII – A HIERARQUIA EM UMBANDA
Não existe uniformização de
ritual dentro dos vários terreiros. A extrema complexidade dos ritos para a
evocação mágica dos orixás, eguns e exus, ou para outros “trabalhos espirituais
de caridade”, reclama numeroso pessoal, suficientemente instruído e habilitado.
É necessário tomarmos conhecimento da terminologia própria da Umbanda e das
atribuições dos vário graus da hierarquia umbandista:
1 – O chefe principal, ou chamado
chefe do terreiro, é denominado geralmente “Pai de Santo” (tradução literal de
babalorixá: baba = pai, orixá = santo) ou babalaô, babaloxá, babaluê, ou ainda:
cacique, príncipe de Umbanda, senhor de Olorum; quando for mulher, é “Mãe de
Santo”, ou simplesmente baba
2 – Ogans, homens que auxiliam
diretamente o babalaô, tratam do cerimonial, dirigem os trabalhos de
incorporação dos médiuns, entoam os pontos cantados e zelam pela perfeita ordem
do terreiro, conhecem as forças das ervas, os segredos e os efeitos dos pontos
riscados, a comida dos Santos e sabem manejar a faca para sacrificar os
animais. Quando mulheres, tem o nome de jabonan, jibonan ou “Mãe pequena”, que
são encarregadas também de dirigir as danças e devem ocupar-se com as mulheres.
3 – Cambones, cambonos ou
cambandos e as sambas. Todos são “Filhos ou Filhas de Santo”. São auxiliares,
competindo-lhes abrir o terreiro, receber qualquer babalaô, enxugar o rosto dos
médiuns, evitar que se machuquem, socorrê-los quando em transe, ajudar nas
danças e cantar para as grandes cerimônias. Os cambones prestam auxilio aos
homens, as sambas as mulheres
4 – Médiuns, julgados em
condições de incorporar ou receber os Orixás Menores. Na Umbanda esses médiuns,
quando incorporados, são chamados também cavalos, aparelhos, moleques, etc.
Segundo a doutrina umbandista ele é chamado de cavalo porque o médium é realmente o cavalo de que se serve o cavaleiro (o guia, espírito ou orixá) para percorrer o caminho dessa nova espécie de apostolado da mentira: ensinar aos filhos da Umbanda a “vereda da luz”. Todo cavalo depois de domado, tem o seu cavaleiro; assim todo o cavalo de Umbanda , depois de desenvolvido, tem seu guia seu cavaleiro de Aruanda.
Segundo a doutrina umbandista ele é chamado de cavalo porque o médium é realmente o cavalo de que se serve o cavaleiro (o guia, espírito ou orixá) para percorrer o caminho dessa nova espécie de apostolado da mentira: ensinar aos filhos da Umbanda a “vereda da luz”. Todo cavalo depois de domado, tem o seu cavaleiro; assim todo o cavalo de Umbanda , depois de desenvolvido, tem seu guia seu cavaleiro de Aruanda.
IX – INSTRUMENTO DA MAGIA
UMBANDISTA
Está em uso uma infinita
variedade de instrumentos na Umbanda, para a prática da Magia: Vestimentas as
mais variadas, tambores, chocalhos, pembas de todas as cores (pedra de giz),
ponteiros (punhais de aço), moringues de barro, velas de cera, fitas de seda,
barbante (linha
crua), conchas marinhas, estrelas do mar, defumadores de toda as espécies, flechas, capacetes de penas (cocares), guias (colares de contas), plantas e raízes, charutos e cachimbos, fumo de rolo, pombos pretos, galos vermelhos ou pretos, sangue de boi, farofa de farinha de mandioca, bebidas, cervejas, várias espécies de vinhos, marafa (cachaça), azeite de dendê, mel de abelha, pólvora, carvão, enxofre em pedra ou pó, perfumes e essências, etc.
crua), conchas marinhas, estrelas do mar, defumadores de toda as espécies, flechas, capacetes de penas (cocares), guias (colares de contas), plantas e raízes, charutos e cachimbos, fumo de rolo, pombos pretos, galos vermelhos ou pretos, sangue de boi, farofa de farinha de mandioca, bebidas, cervejas, várias espécies de vinhos, marafa (cachaça), azeite de dendê, mel de abelha, pólvora, carvão, enxofre em pedra ou pó, perfumes e essências, etc.
X – JOGOS DE BÚZIOS
Muitos vão ao terreiro pedir ao
“Pai de Santo” que “bote os búzios”, isto é, que interrogue os espíritos sobre
determinado problema, sobre a natureza de alguma aflição ou doença, sobre o
êxito de certos negócios, inclusive para resolver problemas políticos. “Búzios”
ou “buzos”são pequenas conchas marinhas, por meio das quais os babalaôs se
comunicam com os espíritos. Os búzios, depois de apanhados na praias, recebem
um batismo, os búzios assim consagrados, são guardados dentro do altar.
Normalmente o número de búzios é 12, mas este número pode aumentar até 16 ou
20. Os búzios recebem cada um o nome de um Orixá.
Doze búzios são convincentemente preparados pelo babalorixá; para se saber de alguma coisa, fecham-se os búzios na mão direita e depois, abrindo esta, como quem está jogando dados, atiram-se os búzios sobre a mesa. Os búzios formam então várias figuras, que são interpretadas pelo babalorixá. Quando o babalorixá está jogando os búzios, há sempre espírito junto dele e do consulente. Esses espíritos auxiliam o babalorixá a interpretar as figuras muito complicadas. Antes de iniciar a adivinhação, o babalorixá dirige uma pequena prece ao seu Guia e ao Guia do consulente. Estas consultas devem ser pagas e aí há muita exploração.
Doze búzios são convincentemente preparados pelo babalorixá; para se saber de alguma coisa, fecham-se os búzios na mão direita e depois, abrindo esta, como quem está jogando dados, atiram-se os búzios sobre a mesa. Os búzios formam então várias figuras, que são interpretadas pelo babalorixá. Quando o babalorixá está jogando os búzios, há sempre espírito junto dele e do consulente. Esses espíritos auxiliam o babalorixá a interpretar as figuras muito complicadas. Antes de iniciar a adivinhação, o babalorixá dirige uma pequena prece ao seu Guia e ao Guia do consulente. Estas consultas devem ser pagas e aí há muita exploração.
XI – OS EXUS DE UMBANDA E O CULTO
AO DEMÔNIO
Toda e qualquer reunião de
Umbanda inicia com um presente oferecido ao Exu, como dizem os umbandistas: “o
agente mágico universal, por cujo intermédio o mundo dos vivos se comunica com
o mundo espiritual., em seus diversos planos, pois este planeta, no qual
habitamos, pertence aos Exus. É o exu (em outros lugares também denominado
Zumbi, Cariapemba, Leba, o homem das encruzilhadas) o espírito mais invocado, e
a ele são oferecidos o maior número de presentes (“despachos”).
E não se diga que o culto ao Exu é exclusivo da Quimbanda, da Macumba, do Candomblê ou do Batuque. Na Umbanda os Exus são constantemente invocados e trabalho algum é começado sem que sejam salvadas (isto é: reverenciadas) essas entidades; nenhum trabalho de Umbanda pode fazer-se sem antes ser riscado o ponto de segurança, chamado porteira, puxando-se um ponto (canto) adequado, dando-se algumas vezes um presente a Exu, quando se trata de um trabalho importante.
E não se diga que o culto ao Exu é exclusivo da Quimbanda, da Macumba, do Candomblê ou do Batuque. Na Umbanda os Exus são constantemente invocados e trabalho algum é começado sem que sejam salvadas (isto é: reverenciadas) essas entidades; nenhum trabalho de Umbanda pode fazer-se sem antes ser riscado o ponto de segurança, chamado porteira, puxando-se um ponto (canto) adequado, dando-se algumas vezes um presente a Exu, quando se trata de um trabalho importante.
Pois bem, este autor, como,
aliás, também outros pesquisadores de Umbanda, identifica os exus com os
demônios. dizem os umbandistas que os Exus podem dar forças suficientes para
com o mal prejudicarem os outros. Os Exus atuam da maneira mais variada
possível. Mostram-se mansos como cordeiros, porém o seu íntimo é uma gargalhada
demoníaca de gozo. Podem ser usados também como armas contra os malefícios que
outros fizeram, pois, interesseiros como são, tanto se lhes dá seja de um ou de
outrem, a alma ou o espírito que pretendem arrastar. O Exu é em via de regra
interesseiro, e, se lhe recebe um presente ( despacho ), fatalmente ele irá
cumprir o que lhe foi pedido, pouco se importando que o resultado bom ou mau
possa repercutir no Mundo Terreno, pois que só lhe apraz fazer o que está
errado e é para isso que eles existem. Sendo o Exu o dono principal das ruas e
encruzilhadas, é a ele quem primeiro devem saldar, pois é somente com a sua
licença que podem dirigir um trabalho de
Magia, pelo fato de ser ainda ele
o elemento mágico universal.
Pensam os umbandistas que Deus é bom e não faz nem pode fazer mal. Ele é o Pai bondoso de todos e tem obrigação de cuidar de seus filhos. Não precisam por isso de estar pedindo favores a Deus. Pedir a Deus seria até um sinal de desconfiança. Mas o Exu é ruim, sempre pronto a fazer das suas, para prejudicar e fazer o mal. Todavia, querendo, o Exu também pode favorecer e servir para o bem. É por isso que precisam se esforçar para estar de bem com ele.
Daí a necessidade de cultuá-lo, de oferecer-lhe sacrifícios e presente .
Então ele se põe às ordens e faz o bem (ou o mal) que lhe pedem. Os Exus são numerosíssimos. Têm os nomes mais extravagantes: Exu Tranca Ruas, Exu Quebra Galho, Exu das 7 Poeiras, Exu das 7 Portas, Exu Tranca Tudo, Exu cheiroso, Exu da Capa Preta, Exu Tiriri,. Exu Calunga, Exu Morcego, etc. Cada um deles tem a seu serviço numerosos subalternos. Eles dividiram entre si o mundo, de que são os senhores imediatos, com liberdade sem restrições: uns mandam nos rios, outros nas matas, outros nas estradas, nas montanhas, nos cemitérios, nas soleiras das casas, etc. Vários deles (como Tranca Tudo e Tranca Ruas) fazem qualquer “serviço”. Outros têm especialidades: alguns possuem qualidades especiais para transmitir doenças, outros para produzir desastres, outros para matar, outros para seduzir moças, separar casais, etc.
.
XII – CONCLUSÃO
Pensam os umbandistas que Deus é bom e não faz nem pode fazer mal. Ele é o Pai bondoso de todos e tem obrigação de cuidar de seus filhos. Não precisam por isso de estar pedindo favores a Deus. Pedir a Deus seria até um sinal de desconfiança. Mas o Exu é ruim, sempre pronto a fazer das suas, para prejudicar e fazer o mal. Todavia, querendo, o Exu também pode favorecer e servir para o bem. É por isso que precisam se esforçar para estar de bem com ele.
Daí a necessidade de cultuá-lo, de oferecer-lhe sacrifícios e presente .
Então ele se põe às ordens e faz o bem (ou o mal) que lhe pedem. Os Exus são numerosíssimos. Têm os nomes mais extravagantes: Exu Tranca Ruas, Exu Quebra Galho, Exu das 7 Poeiras, Exu das 7 Portas, Exu Tranca Tudo, Exu cheiroso, Exu da Capa Preta, Exu Tiriri,. Exu Calunga, Exu Morcego, etc. Cada um deles tem a seu serviço numerosos subalternos. Eles dividiram entre si o mundo, de que são os senhores imediatos, com liberdade sem restrições: uns mandam nos rios, outros nas matas, outros nas estradas, nas montanhas, nos cemitérios, nas soleiras das casas, etc. Vários deles (como Tranca Tudo e Tranca Ruas) fazem qualquer “serviço”. Outros têm especialidades: alguns possuem qualidades especiais para transmitir doenças, outros para produzir desastres, outros para matar, outros para seduzir moças, separar casais, etc.
.
XII – CONCLUSÃO
A Umbanda está sendo considerada
pôr muitos estudiosos como cultura do povo brasileiro. Ela é fruto do
sincretismo entre o catolicismo medieval português, religiões africanas, culto
dos ancestrais índios e o espiritismo de Allan Kardec. O desafio da Umbanda
está diante da Igreja de Jesus Cristo no Brasil, que até hoje não se despertou
suficientemente para reconhece-lá tal qual ela é, e considerar e calcular o
preço envolvido em aceitar o desafio. Os praticantes da Umbanda de alguma forma
entram em compromisso direto com demônios, pactuando-se com Satanás que se
transforma em “anjo de luz”. Espero que esta análise possa ser útil a todos os
que estão empenhados em batalhar diligentemente pela “fé que uma vez pôr todas
foi entregue aos santos” Jd 3; Jo 8:32,36
XIII – VOCABULÁRIO UBANDISTA
Abacê, cozinheira que prepara as
comidas de santo.
Acassá, bolo de milho
Agô, licença
Agô-iê, dai-me licença
Alá, dossel no terreiro, debaixo da qual se servem as comidas de santo
Amalá, comida de santo
Aparelho, médium em função
Atabaque, tambor
Babalaô, chefe de terreiro, pai de santo
babalorixá, o mesmo que babalaô
Batuque, sapateado africano
Burro, médium em transe
Búzio, concha marinha, caracol
Cacimba, vasilha
Calundo, espírito protetor das parturientes
Calunga, cemitério
Calunga grande, mar
Cambiá, amuleto para ser enterrado
Cambono, auxiliar nos trabalhos do terreiro
Cambono colofé, auxiliar nas cerimônias de iniciação
Candombé, reunião de médiuns e pessoas com apetrechos apropriados para fazerem canjerê
Canjerê, despacho ou trabalho
Canjira, local de dança
Carau, comida de santo
Cavalo, médium em transe
Coité, vasilha, cuia
Congá, altar
Curiar, comer, beber
Curimba, dança
Demanda, questão, luta
Dumba, mulher
Ebó, milho branco preparado com azeite
Egum, espírito de pessoa falecida
Embé, sacrifício de animal
Embanda, mensageiro, porta-voz
Ebó, comida de santo
Epó, azeite
Exu, espírito mau, demônio
Filho de Santo, médium em que se incorpora um orixá
Ganga, chefe de terreiro
Gongá, altar, santuário, local de trabalho
Guia, pulseira
Iansan, orixá feminino do vento, mulher de Xangô, patrona das mulheres livres. Santa Bárbara
Ibeji, orixás gêmeos, São Cosme e São Damião
Iemanjá, orixá feminino do mar. Nossa Senhora
Jabonan, mãe de terreiro, de segunda categoria
Kalunga, espelho
Karunga, mar
Macumba, vara de ipê ou bambu, cheio de dentes, com laços de fita em uma das pontas, na qual um indivíduo, com duas varinhas finas e resistentes, faz o atrito sobre os dentes, tendo uma das pontas da vara encostada na barriga e outra encostada na parede.
Marafa, aguardente, paratí
Mironga, mistério
Mucamba, mulher auxiliar do terreiro
Muginga, pipoca preparada para o ritual da troca de cabeça
Nunanga, vestes cerimoniais
Obá, céu
Ogan, babalaô de segunda categoria
Ogum, orixá das demandas. São Jorge (no Rio), e Santo Antônio (na Baía)
Omulu, orixá da morte, das pestes. São Lázaro
Orixá, divindade secundária, espírito de luz
Otá, fetiche, imagem de um orixá
Oti, bebida
Oxalá, chefe dos orixás, Cristo
Oxóssi, orixá das matas, da caça. São Sebastião (no Rio), São Jorge (na Baía)
Oxun, orixá feminino dos rios. Nossa Senhora
Pegi, altar
Pemba, giz, para riscar os pontos
Ponteiro, punhal
Ponto cantado, hino, canto evocativo
Ponto riscado, sinal cabalístico evocativo
Samba, mulher auxiliar da mãe de santo
Sangue, vinho
Saravá, saudação, cumprimento, “salve”
Ubá, casca de árvore
Urubatão, “caboclo”, chefe de falange.
Vumbi, cerimônia fúnebre, depois da morte de um pai de santo ou de um babalaô, a fim de afastar o seu espírito da sua casa
Xangô, orixá dos raios, das tempestades. São Jerônimo
Zambi, Deus
Zumbi, chefe, rei.
Acassá, bolo de milho
Agô, licença
Agô-iê, dai-me licença
Alá, dossel no terreiro, debaixo da qual se servem as comidas de santo
Amalá, comida de santo
Aparelho, médium em função
Atabaque, tambor
Babalaô, chefe de terreiro, pai de santo
babalorixá, o mesmo que babalaô
Batuque, sapateado africano
Burro, médium em transe
Búzio, concha marinha, caracol
Cacimba, vasilha
Calundo, espírito protetor das parturientes
Calunga, cemitério
Calunga grande, mar
Cambiá, amuleto para ser enterrado
Cambono, auxiliar nos trabalhos do terreiro
Cambono colofé, auxiliar nas cerimônias de iniciação
Candombé, reunião de médiuns e pessoas com apetrechos apropriados para fazerem canjerê
Canjerê, despacho ou trabalho
Canjira, local de dança
Carau, comida de santo
Cavalo, médium em transe
Coité, vasilha, cuia
Congá, altar
Curiar, comer, beber
Curimba, dança
Demanda, questão, luta
Dumba, mulher
Ebó, milho branco preparado com azeite
Egum, espírito de pessoa falecida
Embé, sacrifício de animal
Embanda, mensageiro, porta-voz
Ebó, comida de santo
Epó, azeite
Exu, espírito mau, demônio
Filho de Santo, médium em que se incorpora um orixá
Ganga, chefe de terreiro
Gongá, altar, santuário, local de trabalho
Guia, pulseira
Iansan, orixá feminino do vento, mulher de Xangô, patrona das mulheres livres. Santa Bárbara
Ibeji, orixás gêmeos, São Cosme e São Damião
Iemanjá, orixá feminino do mar. Nossa Senhora
Jabonan, mãe de terreiro, de segunda categoria
Kalunga, espelho
Karunga, mar
Macumba, vara de ipê ou bambu, cheio de dentes, com laços de fita em uma das pontas, na qual um indivíduo, com duas varinhas finas e resistentes, faz o atrito sobre os dentes, tendo uma das pontas da vara encostada na barriga e outra encostada na parede.
Marafa, aguardente, paratí
Mironga, mistério
Mucamba, mulher auxiliar do terreiro
Muginga, pipoca preparada para o ritual da troca de cabeça
Nunanga, vestes cerimoniais
Obá, céu
Ogan, babalaô de segunda categoria
Ogum, orixá das demandas. São Jorge (no Rio), e Santo Antônio (na Baía)
Omulu, orixá da morte, das pestes. São Lázaro
Orixá, divindade secundária, espírito de luz
Otá, fetiche, imagem de um orixá
Oti, bebida
Oxalá, chefe dos orixás, Cristo
Oxóssi, orixá das matas, da caça. São Sebastião (no Rio), São Jorge (na Baía)
Oxun, orixá feminino dos rios. Nossa Senhora
Pegi, altar
Pemba, giz, para riscar os pontos
Ponteiro, punhal
Ponto cantado, hino, canto evocativo
Ponto riscado, sinal cabalístico evocativo
Samba, mulher auxiliar da mãe de santo
Sangue, vinho
Saravá, saudação, cumprimento, “salve”
Ubá, casca de árvore
Urubatão, “caboclo”, chefe de falange.
Vumbi, cerimônia fúnebre, depois da morte de um pai de santo ou de um babalaô, a fim de afastar o seu espírito da sua casa
Xangô, orixá dos raios, das tempestades. São Jerônimo
Zambi, Deus
Zumbi, chefe, rei.
INTRODUÇÃO: Jesus estava com seus discípulos indo para a região
de Tiro e Sidom. Uma mulher vinha de sua região, cananéia, e ao ver Jesus
começa a gritar, a clamar, a pedir, e a interceder pela sua filha, para que
Jesus a curasse.Agora:
Que lições podemos aprender com este texto Bíblico?
Esta mulher estava aflita e desesperada devido à enfermidade de sua filha. Ela desejava ardentemente que sua filha fosse liberta deste mal. Quando o problema bate à nossa porta, seja qual for a origem, ficamos ansiosos para que o mesmo seja resolvido. E esta mulher queria ver a sua filha brincando, saudável, alegre, e isto já não mais acontecia. Quando vemos um filho passando uma necessidade, nós pais, fazemos tudo o que esta em nosso alcance para que o nosso filho possa desfrutar da vitória, do bem estar, da felicidade, da conquista.
Que lições podemos aprender com este texto Bíblico?
Esta mulher estava aflita e desesperada devido à enfermidade de sua filha. Ela desejava ardentemente que sua filha fosse liberta deste mal. Quando o problema bate à nossa porta, seja qual for a origem, ficamos ansiosos para que o mesmo seja resolvido. E esta mulher queria ver a sua filha brincando, saudável, alegre, e isto já não mais acontecia. Quando vemos um filho passando uma necessidade, nós pais, fazemos tudo o que esta em nosso alcance para que o nosso filho possa desfrutar da vitória, do bem estar, da felicidade, da conquista.
1-DEUS
DISTANTE “Mas Jesus não lhe
respondeu palavra”.
Às vezes por estarmos com um problema, não conseguimos escutar a voz de Deus, e nos parece que Deus nos abandonou, e esta muito distante de nós, de nossos problemas, das nossas dificuldades. Mas na verdade Deus permite os problemas para que venhamos a crescer, a nos aprimorar como pessoas, pois aprendemos muitas lições diante dos desafios que passamos na vida. Através destas situações adversas, aprendemos a confiar em Deus, a buscar a Deus, a nos entregar por completo. Esta mulher não se intimidou diante da aparente indiferença de Jesus, pois ela sabia que através Dele ela obteria a resposta e solução de que ela tanto precisava.
Às vezes por estarmos com um problema, não conseguimos escutar a voz de Deus, e nos parece que Deus nos abandonou, e esta muito distante de nós, de nossos problemas, das nossas dificuldades. Mas na verdade Deus permite os problemas para que venhamos a crescer, a nos aprimorar como pessoas, pois aprendemos muitas lições diante dos desafios que passamos na vida. Através destas situações adversas, aprendemos a confiar em Deus, a buscar a Deus, a nos entregar por completo. Esta mulher não se intimidou diante da aparente indiferença de Jesus, pois ela sabia que através Dele ela obteria a resposta e solução de que ela tanto precisava.
2-NÃO
TER VERGONHA Não devemos ter vergonha de expor os nossos
problemas, e principalmente, de pedir ajuda, socorro quando as coisas fogem ao
nosso controle. Esta mulher gritou, buscou, falou, foi atrás da solução, se
expos ao extremo, tudo em prol da sua filha, para que a solução viesse, para
que ela fosse curada, liberta. Ela gritava atrás de Jesus e seus discípulos,
buscando aquilo que só o mestre poderia fazer para a sua filha. Muitas vezes
temos vergonha de expor aquilo que nos está afligindo, e guardamos dentro do
coração por meses e anos uma luta que deveríamos entregar para Deus, nos
expondo diante Dele, clamando por socorro. Ficamos preocupados com o que os
outros vão falar ou pensar, mas esta mulher não estava nem aí para o que os discípulos
ou as pessoas à volta estavam falando ou pensando. Ela queira a solução para o
problema da sua filha, apenas isto.
3-PRIMEIRA
PROVAÇÃO Jesus diz para ela que Ele
havia sido enviado para os Judeus e não para ela (e sua filha) que eram
finícias.
Seremos provados. Tem dias que as coisas ficam ruins mesmo, nos desentendemos em casa, vamos para o trabalho e um colega fala algo que nos ofende, então vamos na igreja e ficamos sabendo que um irmão falou mal de nós, e então pensamos que tudo e todos estão contra nós, mas na verdade esta é a hora de nos voltarmos para Deus, pois estes momentos são passageiros, e tendemos a maximizar os problemas, que aos nossos olhas se parecem muito maiores do realmente são, e muitos destes desentendimentos de relacionamentos, não passam de mal entendidos. Esta mulher reagiu à aparente rejeição de Jesus com adoração.
Seremos provados. Tem dias que as coisas ficam ruins mesmo, nos desentendemos em casa, vamos para o trabalho e um colega fala algo que nos ofende, então vamos na igreja e ficamos sabendo que um irmão falou mal de nós, e então pensamos que tudo e todos estão contra nós, mas na verdade esta é a hora de nos voltarmos para Deus, pois estes momentos são passageiros, e tendemos a maximizar os problemas, que aos nossos olhas se parecem muito maiores do realmente são, e muitos destes desentendimentos de relacionamentos, não passam de mal entendidos. Esta mulher reagiu à aparente rejeição de Jesus com adoração.
4-PRODUZIU ADORAÇÃO E
HUMILHAÇÃO “A mulher veio,
adorou-o de joelhos e disse: “Senhor, ajuda-me”!”.
Diante da provação esta mulher adorou de joelhos a Jesus, se humilhando diante
do Mestre.
Salmo 51.17 “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus”.
Salmo 34.18 “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito”.
Atos 8.27 “Ele se levantou e partiu. No caminho encontrou um eunuco etíope, um oficial importante, encarregado de todos os tesouros de Candace, rainha dos etíopes. Esse homem viera a Jerusalém para adorar a Deus”.
A nossa atitude deve ser de dependência total a Deus e ao Seu poder. Seremos provados, as lutas em consequência aos problemas irão se intensificar, mas devemos adorar a Deus, independentemente de como esta a nossa vida, quanto atribulada se encontra. Esta mulher encarou a provação da maneira correta: adorando, dando graças ao Pai, louvando ao Senhor, numa atitude de ação de graças. Devemos reconhecer que sem Deus não somos nada, e de que necessitamos Dele para vivermos uma vida abundante e vitoriósa.
Salmo 51.17 “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus”.
Salmo 34.18 “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito”.
Atos 8.27 “Ele se levantou e partiu. No caminho encontrou um eunuco etíope, um oficial importante, encarregado de todos os tesouros de Candace, rainha dos etíopes. Esse homem viera a Jerusalém para adorar a Deus”.
A nossa atitude deve ser de dependência total a Deus e ao Seu poder. Seremos provados, as lutas em consequência aos problemas irão se intensificar, mas devemos adorar a Deus, independentemente de como esta a nossa vida, quanto atribulada se encontra. Esta mulher encarou a provação da maneira correta: adorando, dando graças ao Pai, louvando ao Senhor, numa atitude de ação de graças. Devemos reconhecer que sem Deus não somos nada, e de que necessitamos Dele para vivermos uma vida abundante e vitoriósa.
5-SEGUNDA PROVAÇÃO Jesus fala que não é certo
tirar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Jesus estava dizendo com
esta frase que os Judeus deveriam se alimentar primeiro para depois poderem dar
de comer aos estrangeiros. Ela por ser fenícia, de outra nacionalidade que não
judia, deveria esperar. Ela poderia xingar Jesus, despresar Jesus, e ficar
brava e irritada com esta frase que Ele lhe proferiu. Mas não, ela continuou na
postura de reverência a Ele, sem se deixar abalar ou abater diante das palavras
aparentemente contrárias a ela. E o resultado desta segunda provação produziu
fé.
Tiago 1.3 “pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança”.
Tiago 1.12 “Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam”.
1 Pedro 1.6 “Nisso vocês exultam, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de provação”.
Tiago 1.3 “pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança”.
Tiago 1.12 “Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam”.
1 Pedro 1.6 “Nisso vocês exultam, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de provação”.
6-PRODUZIU FÉ Mateus 15.28 “Então respondeu
Jesus, e disse-lhe: O mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como
tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã”.
O problema, a luta e a tribulação, ou aflição, quando encarados como provação, como uma prova a ser transpassada, vencida, resulta em vitória. Através da fé que esta prova originou, ela alcançou a vitória, a graça, o favor de Deus, tendo naquele instante além da admiração de Jesus, também o que ela mais desejava, a cura e libertação da sua filha.
2 Coríntios 5.7 “Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos”.
Romanos 1.17 “Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: “O justo viverá pela fé”.”.
Hebreus 11.1 “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”.
O problema, a luta e a tribulação, ou aflição, quando encarados como provação, como uma prova a ser transpassada, vencida, resulta em vitória. Através da fé que esta prova originou, ela alcançou a vitória, a graça, o favor de Deus, tendo naquele instante além da admiração de Jesus, também o que ela mais desejava, a cura e libertação da sua filha.
2 Coríntios 5.7 “Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos”.
Romanos 1.17 “Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: “O justo viverá pela fé”.”.
Hebreus 11.1 “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”.
CONCLUSÃO: quando nos encontramos
com um problema, podemos simplesmente nos desesperar e achar que não há saída,
não há solução, ou nos voltarmos intensamente à Deus, e olharmos para o
problema como uma provação a ser passada para gerar uma lição, uma vitória, e
um grande aprendizado. Com isso, poderemos nos tornar um canal de benção para
as outras pessoas, onde podemos, através das nossas experiências, transmitir
consolo e auxilio aos que se encontram nas mesmas condições ou em condições até
muito mais adversas a que um dia nos encontramos. Precisamos suportar as
aflições sabendo que as mesmas produzirão fé, e assim agradaremos a Deus e
receberemos a vitória.
1 Pedro 2.20 “Pois que vantagem há em suportar açoites recebidos por terem cometido o mal? Mas se vocês suportam o sofrimento por terem feito o bem, isso é louvável diante de Deus”.
www.palavradoavivamento.blogspot.com
1 Pedro 2.20 “Pois que vantagem há em suportar açoites recebidos por terem cometido o mal? Mas se vocês suportam o sofrimento por terem feito o bem, isso é louvável diante de Deus”.
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Introdução
Dentro do assunto doutrinário “O CRENTE E A VIDA CRISTÔ, estudaremos hoje sobre a honestidade, uma virtude que não é nem um mérito especial, mas sim uma obrigação que deve caracterizar a vida do crente.
I – O QUE É HONESTIDADE
1 – Verdade no falar Jr 10.10; Fp 4.8
2 – Retidão no agir Lc 19.8; Sl 90.8
3 – É uma característica de quem anda na luz Mt 5.13,14
II - ONDE O CRENTE MOSTRA HONESTIDADE
1 – Nos seus atos Rm 13.13
A – Andemos honestamente, andar aqui é o dia a dia, em todos lugar e momentos Rm 13.7
B – Nem em desonestidade Pv 18.9; Ef 6.5-8
C – Nos tratos Mt 5.37
D – Com os patrões 1Tm 6.2
Dentro do assunto doutrinário “O CRENTE E A VIDA CRISTÔ, estudaremos hoje sobre a honestidade, uma virtude que não é nem um mérito especial, mas sim uma obrigação que deve caracterizar a vida do crente.
I – O QUE É HONESTIDADE
1 – Verdade no falar Jr 10.10; Fp 4.8
2 – Retidão no agir Lc 19.8; Sl 90.8
3 – É uma característica de quem anda na luz Mt 5.13,14
II - ONDE O CRENTE MOSTRA HONESTIDADE
1 – Nos seus atos Rm 13.13
A – Andemos honestamente, andar aqui é o dia a dia, em todos lugar e momentos Rm 13.7
B – Nem em desonestidade Pv 18.9; Ef 6.5-8
C – Nos tratos Mt 5.37
D – Com os patrões 1Tm 6.2
1 – Na palavra e negócios
2 – No relacionamento com as autoridades: impostos, taxas, notas fiscal, imposto de renda.
A – Falsificar: data de nascimento, estado civil etc. a fim de obter vantagens.
B – Na questão de dividas: ele ate pode comprar a prazo, mas paga em dias Rm 13.8; a coisa é muito séria Sl 37.21. O credor fala dele elogiosamente: pode se confiar nele é um homem de bem.
3 – No relacionamento com Deus Lc 8.38,39
4 – Pensamento: Nenhum homem é honesto até que seja honesto para com Deus – Roy Smith.
III - RESULTADOS DE UMA VIDA HONESTA2 – No relacionamento com as autoridades: impostos, taxas, notas fiscal, imposto de renda.
A – Falsificar: data de nascimento, estado civil etc. a fim de obter vantagens.
B – Na questão de dividas: ele ate pode comprar a prazo, mas paga em dias Rm 13.8; a coisa é muito séria Sl 37.21. O credor fala dele elogiosamente: pode se confiar nele é um homem de bem.
3 – No relacionamento com Deus Lc 8.38,39
4 – Pensamento: Nenhum homem é honesto até que seja honesto para com Deus – Roy Smith.
1 – Um bom conceito na sociedade, muitos tem vontade de falar mal do crente, mas se ele for honesto não tem como Dn 6.4; 1Pd 2.12
2 – Uma vida tranqüila Sl 4.8
3 – Uma vida digna 1 Ts 4.11,12
Conclusão
A mentira, o roubo, a crueldade, as fraudes e a adulação são os meios mais habituais entre os homens para adquirir fortuna; por isto é que grande número de homens de bem vive na pobreza
SERMÃO DO MEU NOVO LIVRO: ( VOCÊ QUER PREGAR COM SEGURANÇA )
A FÉ TRAZ O MILAGRE!
Texto: Mc. 2:1-12
Introdução: Além de louvar um Deus misericordioso e reconhecer o que Ele nos deu (Sl. 103:1-6), existem algumas coisas específicas que podemos fazer para preparar-nos para o toque de Deus sobre o nosso problema.1 – Afaste-se das pessoas que rejeitam o poder de Deus e a Unção do Espírito Santo.
Como podemos receber o milagre se nos cercarmos de pessoas incrédulas?
- O paralítico descrito no texto acima se cercou de quatro homens que foram com ele até o milagre acontecer. (Mc. 2:3-5).
- Josué teve Calebe ao seu lado e, somente ambos entraram na terra prometida.
- A Escritura diz que nos últimos dias haveriam pessoas: “tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”. (2 Tm. 3:5).
- Quando você vive numa atmosfera de incredulidade, não é preciso muito para destruí-lo. A Bíblia diz: “Melhor é a sabedoria do que as armas de guerra, mas um só pecador destrói muitos bens”. (Ec. 9:18).
- Quantos pecadores são necessários para causar destruição? Um. Afaste-se dessas pessoas!
- Quando você percebe o poder da palavra falada e escrita, irá evitar aqueles que querem destruir a sua fé. “A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do ser fruto”. (Pv. 18:21).
- Para onde voltar-se, a fim de fortalecer a sua fé? “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus”. (Rm. 10:17).2 – Quando buscar um milagre, peça com fé.
- Precisamos remover a palavra “SE” de nossa oração. A palavra de Deus diz: “Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levantada pelo vento e lançada de uma para outra parte. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa”. (Tg. 1:6-7).
- Se tiver dúvidas, não espere receber muito do Senhor. Ao invés disso, peça com fé sabendo que é da Sua vontade abençoá-lo. Jesus perguntou a Bartimeu: “Que queres que te faça? E ele disse: Senhor que eu veja. E Jesus lhe disse: Vê; a tua fé te salvou”. (Lc. 18:41-42).
- “Nunca se pode agradar a Deus sem fé, sem confiar n'Ele. Qualquer um que queira ir a Deus deve crer que existe um Deus, e que Ele recompensará aqueles que sinceramente O procuram.” (Hb. 11:6).3 – Deixa que sua fé tenha completa liberdade.
Veja o que aconteceu nos dias do Novo Testamento:
- Certa vez quando o Apóstolo Paulo estava pregando em Listra, havia um homem presente que era: “Leso dos pés, coxo desde o ventre de sua mãe, o qual nunca tinha andado.” (At. 14:8).
- A Bíblia registra que: “este ouviu falar de Paulo, que, fixando nele os olhos, e vendo que tinha fé para ser curado, disse em voz alta: levanta-te direito sobre teus pés. Ele saltou e andou”. (At. 14:9-10).
- Os dez leprosos parando a uma certa distância de Jesus: “E levantaram a voz dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós” (Lc. 17:13).
- Quando Jesus os viu, lhes disse: “Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes. E aconteceu que, indo eles, ficaram limpos.” (Lc. 17:14).
- Quando ocorreu a purificação? Quando eles foram. Eles liberaram a sua fé.
- O filho pródigo recebeu o milagre da restauração quando decidiu voltar à casa de seu pai: “E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se ao seu pescoço e o beijou”. (Lc. 15:20).
Conclusão: Qual seria a sua maior necessidade? Qualquer que seja o problema é vital que se aproxime do Senhor com espírito de louvor, agradecimento e uma fé viva.
Introdução: Além de louvar um Deus misericordioso e reconhecer o que Ele nos deu (Sl. 103:1-6), existem algumas coisas específicas que podemos fazer para preparar-nos para o toque de Deus sobre o nosso problema.1 – Afaste-se das pessoas que rejeitam o poder de Deus e a Unção do Espírito Santo.
Como podemos receber o milagre se nos cercarmos de pessoas incrédulas?
- O paralítico descrito no texto acima se cercou de quatro homens que foram com ele até o milagre acontecer. (Mc. 2:3-5).
- Josué teve Calebe ao seu lado e, somente ambos entraram na terra prometida.
- A Escritura diz que nos últimos dias haveriam pessoas: “tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”. (2 Tm. 3:5).
- Quando você vive numa atmosfera de incredulidade, não é preciso muito para destruí-lo. A Bíblia diz: “Melhor é a sabedoria do que as armas de guerra, mas um só pecador destrói muitos bens”. (Ec. 9:18).
- Quantos pecadores são necessários para causar destruição? Um. Afaste-se dessas pessoas!
- Quando você percebe o poder da palavra falada e escrita, irá evitar aqueles que querem destruir a sua fé. “A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do ser fruto”. (Pv. 18:21).
- Para onde voltar-se, a fim de fortalecer a sua fé? “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus”. (Rm. 10:17).2 – Quando buscar um milagre, peça com fé.
- Precisamos remover a palavra “SE” de nossa oração. A palavra de Deus diz: “Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levantada pelo vento e lançada de uma para outra parte. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa”. (Tg. 1:6-7).
- Se tiver dúvidas, não espere receber muito do Senhor. Ao invés disso, peça com fé sabendo que é da Sua vontade abençoá-lo. Jesus perguntou a Bartimeu: “Que queres que te faça? E ele disse: Senhor que eu veja. E Jesus lhe disse: Vê; a tua fé te salvou”. (Lc. 18:41-42).
- “Nunca se pode agradar a Deus sem fé, sem confiar n'Ele. Qualquer um que queira ir a Deus deve crer que existe um Deus, e que Ele recompensará aqueles que sinceramente O procuram.” (Hb. 11:6).3 – Deixa que sua fé tenha completa liberdade.
Veja o que aconteceu nos dias do Novo Testamento:
- Certa vez quando o Apóstolo Paulo estava pregando em Listra, havia um homem presente que era: “Leso dos pés, coxo desde o ventre de sua mãe, o qual nunca tinha andado.” (At. 14:8).
- A Bíblia registra que: “este ouviu falar de Paulo, que, fixando nele os olhos, e vendo que tinha fé para ser curado, disse em voz alta: levanta-te direito sobre teus pés. Ele saltou e andou”. (At. 14:9-10).
- Os dez leprosos parando a uma certa distância de Jesus: “E levantaram a voz dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós” (Lc. 17:13).
- Quando Jesus os viu, lhes disse: “Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes. E aconteceu que, indo eles, ficaram limpos.” (Lc. 17:14).
- Quando ocorreu a purificação? Quando eles foram. Eles liberaram a sua fé.
- O filho pródigo recebeu o milagre da restauração quando decidiu voltar à casa de seu pai: “E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se ao seu pescoço e o beijou”. (Lc. 15:20).
Conclusão: Qual seria a sua maior necessidade? Qualquer que seja o problema é vital que se aproxime do Senhor com espírito de louvor, agradecimento e uma fé viva.
O PREPARO PARA GRANDES CONQUISTAS - Josué – Cap. 1. 2 e 3
Fomos chamados por Deus para sermos uma geração de conquistadores, a conquista de territórios físicos e espirituais, só será possível com a conquista de territórios espirituais internos. Conquistar é dominar alguma coisa até que se torne seu...
Absolutos espirituais como a fé, a coragem, a santidade, nos capacitam para vencermos os embates travados contras as trevas.
Deus entregou à Josué a incumbência da conquista da terra prometida ao povo que saíra do Egito, toda geração que estava seguindo Moisés havia morrido e foi a nova geração na liderança de Josué que iniciou a conquista da terra que mana Leite e Mel.
Conquistar não é uma utopia, o Cristão passa por fazes difíceis, passa por aflições, mas o Rei da Conquista nos encoraja à ter bom ânimo, pois Ele havia vencido o mundo, conseqüentemente nós seus discípulos somos vencedores das adversidades deste mundo. Como Preparar-se para Grandes Conquistas?
Conquistar não é uma utopia, o Cristão passa por fazes difíceis, passa por aflições, mas o Rei da Conquista nos encoraja à ter bom ânimo, pois Ele havia vencido o mundo, conseqüentemente nós seus discípulos somos vencedores das adversidades deste mundo. Como Preparar-se para Grandes Conquistas?
1. Prover-se de alimento – 1:11.
Muitos perdem o que deveriam conquistar, em virtude de ficarem enfraquecidos com o tempo. É com a força da “comida”, disposição de ânimo, persistência e determinação que as conquista se dão. O frouxo, fraco, não ganha guerra.“Passai pelo meio do arraial e ordenai ao povo, dizendo: Provede-vos de comida, porque, dentro de três dias, passareis este Jordão, para que entreis na terra que vos dá o SENHOR, vosso Deus, para a possuirdes.” Alimentar-se da Palavra de Deus.
2. Ter confiança nas palavras da sua promessa – 1:13.
Não há promessa que Deus não cumpra, e não há promessa que se cumpra se você não confiar e batalhar para a sua realização. “Lembrai-vos do que vos ordenou Moisés, servo do SENHOR, dizendo: O SENHOR, vosso Deus, vos concede descanso e vos dá esta terra.”
3. Receber com ardor a ajuda das pessoas
(auxílio, assistência). Elas são respostas de Deus as suas orações – 1:14. Ninguém vence sozinho. Dependemos sempre da ajuda de alguém para alcançarmos os nossos objetivos. Deus sempre coloca perto de nós alguém que tem a chave da porta que precisamos abrir.
4. Não ter problemas em acatar ordens – 1:16.
Aquele que não acata ordens não tem espírito de equipe e cooperação. Ninguém coloca dentro de uma estrutura hierárquica alguém com potencial para destruí-la. Quem acata ordens prazerosamente tem consciência da importância da estrutura hierárquica, e está apto para escalá-la até o topo. “Então, responderam a Josué, dizendo: Tudo quanto nos ordenaste faremos e aonde quer que nos enviares iremos.”
5. Esforçar-se para enxergar a sua bênção – 2:1.
Ter a capacidade de ver, não apenas o que se deseja conquistar, mas, as vias pelas quais as conquistas poderão se dar. Muitas vezes o “instrumento” que Deus usa para nos fazer conquistar está mais perto do que imaginamos. As conquistas são perdidas por falta de visão.
CONCLUSÃO: Toda conquista requer um preparo,
Lembre-se: Conquistar é dominar alguma coisa até que se torne seu...
Josué 10:24-27 – Ponha suas fragilidades, inseguranças, desânimos, infidelidade, indiferença, cansaço, desconfiança, crítica e tudo mais que roubam sua conquista, debaixo dos seus pés.
• Seus inimigos podem ter a aparência de grande, mas você pode vê-los do tamanho que cabe debaixo dos seus pés....
• O Senhor o ajuda colocar seus inimigos debaixo dos seus pés (10:25), mas quem os elimina e os expõe à vergonha é voceeeee!!!! (10:26)...
Levante-se agora, assim como foi com Josué e o povo pode ser com você....
Josué 10:24-27 – Ponha suas fragilidades, inseguranças, desânimos, infidelidade, indiferença, cansaço, desconfiança, crítica e tudo mais que roubam sua conquista, debaixo dos seus pés.
• Seus inimigos podem ter a aparência de grande, mas você pode vê-los do tamanho que cabe debaixo dos seus pés....
• O Senhor o ajuda colocar seus inimigos debaixo dos seus pés (10:25), mas quem os elimina e os expõe à vergonha é voceeeee!!!! (10:26)...
Levante-se agora, assim como foi com Josué e o povo pode ser com você....
Transformando o fracasso em vitória
O fracasso faz parte da vida. Ele é o preço que pagamos pelo progresso. Por isso precisamos aprender a viver com os erros e olhar para o fracasso por um aspecto positivo. Precisamos ser fortes diante dos insucessos. Salomão diz: “Se te mostras fraco no dia da angústia, a tua força é pequena” (Pv 24.10).
John Maxwell diz: “A diferença entre as pessoas medianas e os empreendedores é sua percepção e sua reação diante do fracasso”. Paul J. Meyer confirma: “a vida é 10% daquilo que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isto”. Israel, após a grande vitória contra a poderosa Jericó, foi derrotado de forma humilhante por Ai (Josué 7).
A causa da derrota coletiva foi o pecado de Acã. O pecado foi investigado, identificado, confessado, julgado e punido. Mas, Israel precisava continuar marchando e Ai precisava ser enfrentado e derrotado. Não importa quantos erros venhamos a cometer, o pior erro de todos é não tentar outra vez. Alexandre Whyte diz: “A vida cristã vitoriosa é uma série de recomeços”.
O capitulo de Josué 8 nos ensina a transformar derrotas em vitória. Nele aprendemos a recomeçar de forma mais inteligente. Para transformamos fracassos em vitórias precisamos de três atitudes. Primeira atitude, precisamos nos animar no Senhor. “Disse o SENHOR a Josué: Não temas, não te atemorizes” (v.1). Todo fracasso gera desanimo quanto ao passado e medo do futuro. A cura para isso é o animo e a força que vem de Deus. Nas derrotas e nos fracassos da vida precisamos nos animar no Senhor. Quando os Amalequitas invadiram e destruíram a Ziclague, levando cativos as famílias e os bens de Israel, Davi precisou se animar no Senhor: “Davi muito se angustiou, pois o povo falava de apedrejá-lo, porque todos estavam em amargura, cada um por causa de seus filhos e de suas filhas; porém Davi se reanimou no SENHOR, seu Deus” (1 Samuel 30.6).
Davi se reanimou no Senhor, e com a autorização divina, foi atrás e reconquistou tudo o que o inimigo havia levado. Faça como Davi: reanime-se no Senhor, seu Deus. Segunda atitude, precisamos seguir as estratégias de Deus. Deus sempre tem um plano estratégico para o seu povo. E o caminho mais curto e eficaz para a vitória é seguirmos as estratégias de Deus. Em sua primeira investida contra Ai, Josué seguiu o conselho dos homens e usou apenas parte da sua força militar. Agora, Deus diz: “toma contigo toda a gente de guerra, e dispõe-te, e sobe a Ai” (v.1). Deus ordena a Josué a usar todo o seu potencial de guerra. A estratégia divina tomou por base a derrota anterior, pois Deus nos ensina a transformar fracassos em sucessos. A estratégia que Deus deu a Josué para vencer Ai foi o oposto da estratégia usada em Jericó. Deus tem estratégias diferentes para cada empreendimento da nossa vida. Não confie em estratégias de sucesso, mas em Deus. Charles Stanley diz: “Ter sucesso é, dia após dia, ser como Deus quer que sejamos e alcançar as metas que estabelecemos sob a orientação dele”. Terceira atitude, precisamos agir confiados nas promessas de Deus. Deus diz a Josué: “olha que entreguei nas tuas mãos o rei de Ai, e o seu povo, e a sua cidade, e a sua terra” (v.1).
A vitória vem do Senhor para aqueles que se apropriam das suas promessas. A promessa de Deus não tem nenhuma eficácia se não for acompanhada pela fé: “Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas, como se deu com eles; mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles que a ouviram” (Hebreus 4.2). Sem fé é impossível agradar a Deus e receber dele alguma vitória. Não importa o tamanho ou a dimensão do seu fracasso. Você pode levantar e recomeçar outra vez. F. W. Robertson disse: “A vida, assim como a guerra, é uma série de erros, e não é o melhor cristão nem o melhor general que dá o menor número de passos em falso. A mediocridade pode levar a essa ideia. Na verdade, porém, o melhor é aquele que conquista as vitórias mais esplendidas extraindo-as dos erros.
Esqueça os erros; use-os para organizar vitórias”.

O QUE DEUS ESPERA DE NÓS?
Texto Chave: Miquéias 6:6-8 - "Com que me apresentarei ao SENHOR e me inclinarei ante o Deus Altíssimo? Virei perante ele com holocaustos, com bezerros de um ano? Agradar-se-á o SENHOR de milhares de carneiros? De dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão? O fruto do meu ventre, pelo pecado da minha alma? Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a beneficência, e andes humildemente com o teu Deus?" Introdução: Muitas pessoas pensam que apenas com religiosidade conseguem agradar a Deus e atrair sua benção. Acham que cumprir rituais e participar de cultos é o suficiente. Entretanto, o Senhor tem expectativas mais elevadas a nosso respeito. Nesse texto, Ele instrui o seu povo através do profeta Miquéias, especialmente no versículo 8. 1) “Que pratiques a justiça...” - Isto nos fala da SANTIDADE: Normalmente a palavra justiça na Bíblia tem o sentido de santidade, ou seja, de nossa adequação aos padrões de Deus. Esta é a primeira coisa que Ele exige de nós, que não sejamos apenas religiosos ocos, sem testemunho (como eram os fariseus), preocupados com rituais, mas cheios de comportamento pecaminosos. Se queremos agradar a Deus, temos que viver uma vida santa – Ler também Mateus 23:27-28; Hebreus 12:14 e Romanos 6:19. 2) “Que ames a beneficência...” - Isto nos fala de SERVIÇO: Beneficência ou benevolência tem o sentido de abençoar os outros de maneira prática. Podemos fazer isso através da oração, do evangelismo, da consolidação, do discipulado e nos esforçando por suprir as necessidades físicas, emocionais e espirituais de quem está à nossa volta. E mais: devemos amar a beneficência, ou seja, fazer tudo isso com paixão! Não podemos dizer que amamos a Deus, se não amamos as pessoas, e não podemos dizer que amamos as pessoas se não estamos dispostos a investir nelas. – Ler também I João 4:20 e Gálatas 6:9,10. 3) “Que andes humildemente diante do Senhor teu Deus.” - Isto nos fala de RELACIONAMENTO COM ELE: Andar diante de Deus é ter uma vida de intimidade com Ele. A religião nos faz escravos de Deus, mas Ele nos quer como filhos. A condição para isso é que tenhamos um coração quebrantado e humilde, que aceite sua palavra. Não conseguiremos agradá-lo, sem investir em práticas como a oração, a meditação na palavra e a adoração genuína – ler também João 15:13-15, Isaías 55:6 e João 14:6. Aos Visitantes: Pergunte a eles se querem aproximar-se de Deus e comprometerem-se numa vida de obediência, serviço e relacionamento com Deus através de Jesus. Ore com eles e consolide-os.
Dizia Napoleão Bonaparte que “nada é mais difícil, e por isso mais sublime, do que ser capaz de decidir”. A vida é feita de decisões. Quando se trata das coisas relacionadas a Deus a decisão é pessoal. Ele espera que cada pessoa que deseja servi-lo, seja plenamente consciente de se empenhar exclusivamente a Ele. Deus quer voluntariedade com responsabilidade. Um dos homens que mais comoveu o Brasil na sua morte, Ayrton Senna, certa feita disse algo muito interessante: "no que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz". Deus é zeloso e quer constituir um povo “exclusivamente seu, zeloso de boas obras”, isto é, formar uma geração de pessoas que sabem quem são e o que devem fazer. O profeta Zacarias, usado por Deus, disse ao governador Zorobabel: “não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos”. O texto básico situa-se no contexto trágico do povo de Deus, o povo hebreu. Moisés estava no monte recebendo a Lei que Deus estabeleceu para seu povo, mas ao descer viu que parte do povo havia se corrompido, voltando-se para a idolatria. Fizeram um bezerro de ouro e começaram a adorar. Este fato causou uma grande indignação em Deus e também em Moisés. Arão, o sumo sacerdote disse a Moisés: “Não te enfureças, meu senhor; tu bem sabes como esse povo é propenso para o mal” (32:22). Um povo que tinha inclinações para o mal é um povo que não decidiu o que quer. Diante disso, Moisés lança um desafio ao povo: “Então ficou em pé, à entrada do acampamento, e disse: Quem é pelo SENHOR, junte-se a mim. Todos os levitas se juntaram a ele”. Aqueles que decidem pelo Senhor precisam estar conscientes de algumas coisas: 1) Deve estar disposto a batalhar “... venha a mim” (v.26b). Isto significa que é necessário tomar decisão e se apresentar. O maior preconceito é você não assumir quem você é; e a maior incompetência é você deixar de fazer o que pode e o que sabe. Deus me enviou à terra com uma missão. Só Ele pode me deter, os homens nunca poderão. Não há poder infernal que pode deter um servo de Deus fiel e comprometido. Hoje, o Senhor está te chamando para assumir um compromisso com a igreja, que é a coluna e a firmeza da verdade. Não há salvação sem Jesus, mas também ninguém pode estar ligado ao céu sem a igreja. Jesus mesmo disse aos líderes da igreja: “tudo o que ligares na terra será ligado no céu; e tudo o que desligares na terra será desligado no céu”. Para que se unir à igreja? Primeiramente, para viver uma vida consagrada e alimentada espiritualmente. Depois, para entrar na batalha contra o pecado, sendo uma testemunha da verdade, não se conformando ao mundo, mas promovendo o Reino de Deus. 2) Deve estar unido no mesmo propósito “Cada um cinja a espada sobre o lado” (v.27). A nossa causa é a causa da justiça e da verdade. Alguém afirmou que “três vezes armado está aquele cuja causa é de bravura. Ele não teme. Prossegue firme na luta e a verdade prevalecerá”. O nosso capitão é o Senhor Jesus Cristo. Quem pode hesitar tendo um comandante que tem toda autoridade no céu e na terra?Há vários cânticos de vitória para serem entoados por esses soldados: Paulo disse: “onde está ó morte o teu aguilhão; onde está ó inferno a tua vitória?” e conclui: “Mas graças a Deus que nos dá a vitória por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Co 15:55, 57). Ap 12:11 diz: “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro, pelo palavra do testemunho que deram, e não amaram as suas vidas até a morte”. 3) Deve se posicionar como soldado “Então se uniu a ele todos os levitas”. É preciso “sair de cima do muro”, do anonimato e tomar partido testemunhando com palavras, ações e atitudes que sua vida pertence ao Senhor Jesus. É preciso colocar a armadura de Deus e vestir a camisa da santidade, da evangelização e da oração. Vença todos os inimigos internos da sua alma. Submeta-se a uma transformação radical da sua mente, conforme Paulo falou em Romanos 12:2. Domine o seu ego, renuncie a si mesmo, tome a cruz e seja um seguidor fiel do Senhor Jesus. Esteja disposto a combater a falsidade, a idolatria, a superstição, a crueldade, a opressão, o engano, a mentira, as heresias, os vícios, os crimes, a perversidade sexual e quaisquer outros pecados. O soldado não defende a si mesmo, mas à causa pela qual se alistou. Conclusão: Faço a você a mesma pergunta que Moisés fez ao povo daquela época: Quem é do Senhor, venha a mim? Venha disposto a batalhar, venha se unir num mesmo propósito e venha se posicionar como soldado.
VALE DE ACOR, VALE DE ESPERANÇA!
Acã foi um israelita que em rebeldia a Deus praticou o pecado do roubo, então ele e toda sua família, como em um ato de purificação da congregação, foi apedrejado. O local do acontecimento ficou marcado para sempre sendo rebatizado de “O Vale de Acor”. Acor, significa problema. Todos que passassem por ali apontariam para o “problema, o pecado de Acã” (Js 7:26).
A justiça de Deus, bem como Seu perdão para aqueles que se arrependem de seus pecados, encontram um símbolo no Vale de Acor.
A ele refere-se a Bíblia três vezes. A primeira vez, quando Acã foi punido pelo seu pecado e ali, naquele vale, ele com toda a sua família foram apedrejados a fim de que a ordem moral de Deus fosse restabelecida (Js 7:20-26). Deparamos com o Vale de Acor pela segunda vez na Bíblia, quando Isaías o apresenta como lugar de refúgio e repouso para o gado, símbolo das providências divinas e uma alegoria da paz e da fartura (Is 65:9, 10). A terceira e última alusão a esse vale encontra-se na profecia de Oséias (Os 2:14, 15), quando ele recebe de volta, para uma vida nova, a esposa infiel que o abandonara, mas que o seu amor a salvou.
O Vale de Acor nos recorda:
(1) o pecado, a desobediência e o castigo daqueles que não deram ouvidos às ordens de Deus;
(2) a perpétua vigilância e cuidado de Deus sobre Seus filhos;
(3) a bem-aventurança para o pecador que, por mais fundo que tenha ido, sempre encontrará uma “porta de esperança” aberta para ele, quando se arrepende.
A) O VALE DE ACOR.
• Acor: significa perturbação.
• Este vale dava acesso fácil à Canaã.
• Vejamos o que aconteceu neste vale nos dias de Josué:Josué 7: 24,26
• Acã: significa turbulento.
• Pelo pecado de Acã, a porta de esperança se transformou em vale da desgraça.
• Vale de Acor significa pecado, desobediência, lágrimas, condenação, morte.
• Aplicação: Sua vida pode estar sendo um vale de Acor. Jesus hoje pode transformar em porta da esperança.
B) A PORTA DA ESPERANÇA.
• Oséias 2:15 - "e ali cantará" - antes desgraça, agora de música.
• A promessa de Deus: Transformar o vale da desgraça em porta da esperança.
• Ilustração: Programa de TV tinha um quadro "A porta da esperança" Na maioria das vezes era a porta da tristeza/decepção.
• Com Deus não é assim. Mandamento de Deus: Você obedece. Promessa de Deus: você se apega.
• Como o vale da desgraça ( Acor) se transforma em porta da esperança?
• Oséias 2:8 - É preciso abandonar Baal. Baal é ídolo. O que é um ídolo?
• Tudo o que toma a lugar de Deus no seu coração.
Conclusão:
Dois textos no NT: 1. João 10: 7-9, Jesus diz: "Eu sou a porta" O acesso direto e único para o céu. 2. Hebreus 10:20 "um novo e vivo caminho" Oferecido à você agora.
POR QUE O ADVENTISMO DO SÉTIMO DIA É CONSIDERADO UMA SEITA FALSA?
Existem algumas razões que comprovam que essa seita é falsa e anticristã, pois embora preguem algumas verdades centrais da fé cristA, os adventistas do sétimo dia negam ou torcem algumas doutrinas básicas e fundamentais do cristianismo. Eles não podem ser confundidos como sendo uma religião cristã: eles são heréticos e, portanto, confundem aqueles que estão interessados na verdade do evangelho. Os dois erros básicos que levaram os adventistas a desenvolverem outras heresias, desde o início, foram: profetizar o dia da volta de Cristo e considerar Ellen White como profetisa. A seguir são apresentados os erros mais enfáticos do adventismo: Os dias iniciais do movimento adventista foram épocas de puro fanatismo. Com a data da volta de Cristo marcada por Miller para 1843, muitos fazendeiros venderam as suas terras, cerca de 30.000 pessoas o seguiram, deixando suas ocupações e muitas delas viajaram para outras localidades, despedindo-se de parentes e amigos. Reuniram-se ao ar livre no dia marcado, 10 de dezembro, perto dos montes Catskills, estado de Nova York, para aguardar o evento, todos trajando “vestes de ascensão” 72 Mas tudo foi uma decepção trazendo problemas de ordem social e religiosa: muitos ficaram desamparados por terem vendido tudo, outros tomaram-se incrédulos ou céticos. A profecia de Miller discordava das palavras de Jesus em Mateus 25.13: “Vigiai pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir”. Miller, então, marcou nova data: 22 de outubro de 1844. A multidão que se reuniu nesse ano foi maior. Mas outra vez, Jesus não voltou e veio outra decepção! A maioria abandonou o movimento; outros, mais exaltados, apelaram para a violência, a fim de vingar-se do falso profeta, que teve de fugir. Com tremenda sutileza, Ellen White procurou dar uma explicação remediando o erro cometido a respeito da volta de Cristo profetizada por Miller para 1844, criando a teoria do “Santuário”. Segundo sua interpretação, o Santuário de Daniel 8.13,14 está no Céu e não na Terra. Cristo realmente veio a esse santuário em 22/10/1844 para purificá-lo, o que ainda está fazendo, e depois disso, ainda voltará a Terra. MilIer estaria, então, certo quanto ao tempo, mas errado quanto ao local. Mas o próprio Miller não aceitou essa teoria e continuou afastado do adventismo, tendo amenizado o problema com a doutrina do santuário, Ellen White marcou outras datas para a volta de Cristo: 1847, 1850, 1852, 1854, 1855, 1866, 1867, 1877, mas Cristo não voltou. Que pensa o leitor acerca de uma seita que diz ser cristã, mas que surgiu com uma base tão arenosa assim? E o que dizer de um movimento que iniciou com predições tão errôneas e absurdas a respeito da volta de Jesus Cristo, e que, a cada instante, remarcavam a data novamente? Algumas das doutrinas adventistas permanecem até hoje; outras foram surgindo e desaparecendo passar do tempo, como no caso da doutrina da “porta fechada”, ou seja, em 22 de outubro de 1844 a porta se fechara para todos, exceto para os adventistas. Outras doutrinas das primitivos adventistas eram: plantar árvores era negar a fé; estudar não era necessário pois o tempo era curto; seria pecado escolher um nome de igreja, pois isto sena imitar a “Babilônia”: alguns adventistas falavam línguas estranhas e caíam sem forças no chão; as mulheres deviam usar uma saia curta por cima das calças compridas. Os escritos e visões de Ellen White Os escritos de Ellen White são tidos pelos adventistas como profecias e revelações divinas. Entretanto, as visões que tinha, ocorriam quando ela sofria de ataques, sendo que seu próprio médico, o chefe do Hospital Adventista de Battle Creek, declarou que as visões dela eram perturbaçôes mentais, oriundas de anomalia no cérebro e no sistema nervoso. Uma das maneiras de se verificar se uma religião é verdadeira ou falsa consiste em analisar seus fundadores, pois o caráter de um movimento religioso depende, de certa forma, do caráter daqueles que são considerados seus profetas. Ellen White era uma profetisa de Deus ou não? Deus, através da Bíblia nos dá certos critérios para o julgamento de um profeta. Em Deuteronômio 18.20-22 e 13.1-3 Deus mostra que se pode reconhecer o falso profeta por duas maneiras: A a) quando a palavra que ele proferir não se cumprir B) quando a palavra que ele proferir se cumpri mas prevalecendo-se ele disso, conduzir as pessoas a se afastarem do verdadeiro Deus e a seguirem outros deuses ou pessoas. No caso Ellen White suas profecias com relação a volta de Cristo não se cumpriram e, ao mesmo tempo, suas doutrinas têm desviado a muitos da verdadeira doutrina cristã. Portanto, ela se encaixa muito bem na descrição divina de falso profeta feita no livro de Deuteronômio. Outras visões que revelam a falsidade da profetisa são: a) a principio ela recebia a revelação de que o santuário do qual fala Daniel 8.14 era a Terr a, e que Cristo viria para purificá-lo. Não vindo Ele no tempo marcado, ela mudou de opinião, dizendo que o santuário não era a terra, mas que estava no céu; b) viu em uma revelação que a porta da graça se fechara em 1844, e que ninguém mais encontraria salvação depois dessa data. Mais tarde, seus seguidores viram o engano e tiveram que mudar de doutrina, pois era-lhes impossível adquirir novos adeptos; c) recebeu uma revelação que Cristo voltaria à Terra antes da abolição da escravatura nos Estados Unidos, o que não aconteceu d) viu numa revelação que a Inglaterra declararia guerra aos Estados Unidos naquela época, o que também não ocorreu. Outro grave problema envolvendo Ellen White é a fraude de seus escritos. O Los Angeles Times a acusa de plagiadora. O Pastor Elder Walter Rea, um adventista, após ter investigado os escritos dela, afirmou que não encontrou trabalho importante de Ellen White que não tenha sido copiado. O presidente de uma comissão adventista especial, Neal C. Wilson, disse que o grau de material plagiado por ela é de alarmantes proporções ~. Obviamente, os adventistas fazem de tudo para encobrir a realidade das visões e do plágio, a fim de não chocar os adeptos e não prejudicar a seita. Os adventistas deveriam admitir e propagar o fato de plágio, não iludindo mais ninguém. Para considerar Ellen White como uma profetisa ou como uma mulher que tinha revelações divinas, alguém deve ser mal-informado e desprevenido, ou então, deve ser um religioso corrompido ou um assalariado interesseiro. Proselitismo Uma das características de uma seita herética é considerar-se a única igreja correta e em decorrência desse fato, ficar “pescando no aquário dos outros Essa prática diabólica é amplamente usada pelos Adventistas. Obviamente, eles precisam utilizar determinadas formas e métodos que ao mesmo tempo obscureçam seu passado cheio de erros e enalteçam suas atividades e virtudes atuais. É muito difícil encontrar adventistas que tenham saído diretamente do mundo, das trevas, e tenham ingressado no referido movimento. A maioria dos adventistas já pertenceram a uma igreja evangélica, o que mostra que eles se aproveitam da crença e da ingenuidade de várias pessoas que estão numa outra igreja. Ao invés de procurarem pecadores, levando-os a uma conversão a Jesus Cristo, eles agem com um espírito proselitista abordando pessoas que já possuem uma religião cristã, que são, obviamente, mais fáceis de serem enganadas. Outro detalhe é que os adventistas não são como os outros grupos evangélicos ou protestantes que consideram uns aos outros como irmãos e trabalham em perfeita harmonia para levar o evangelho aos perdidos sem proselitismo entre si. Os Adventistas não aceitam as demais igrejas como irmãs; eles crêem que possuem a verdade absoluta e os demais estão perdidos. Crêem que todas as outras denominações cristãs constituem a “Grande Babilônia. O sono do alma Os adventistas do sétimo dia acreditam que somos reduzidos a um estado de silêncio, de inatividade e de inteira inconsciência após a morte. Afirmam que entre a morte e a ressurreição os mortos dormem, baseando-se, principalmente, em Eclesiastes 9.5. As Testemunhas de Jeová adotaram esse ponto de vista dos adventistas e o desenvolveram ainda mais Entretanto, a Bíblia mostra que a alma humana é imortal, invisível e foi criada pelo próprio Deus (Gn 2.7). Apocalipse 6.9,10 mostra as almas daqueles que foram monos por causa do testemunho de Jesus, num estado de consciência diante do trono de Deus. Moisés falou com Jesus no Monte da Transfiguração, o que mostra que ele não estava inconsciente depois da morte (Mt 17.1-8). Há vários outros textos bíblicos que enfatizam que a alma continua depois da morte, pois ocorre a separação do corpo e da alma (At 7.59; Fp 1.21; Lc 23.42-43; Hb 12.22,23; Ap 7.9,14; Lc 16.19-31; Bc 12.7; 2Co 5.1,6,8; lTs 5.10). Outro detalhe é que Deus não é Deus de mortos, e sim de vivos, pois para Ele todos vivem (Mt 22.3 1,32; Lc 20.3 7,38). A Bíblia usa várias vezes a palavra “dormir” para designar morte. Dai concluem os adventistas que, se o homem dorme, deve estar na sepultura o homem todo, tanto o corpo quanto o espírito ~. Mas, o que realmente significa dormir? A Bíblia diz que Estevão adormeceu, mas não o seu espírito, porque este foi recebido por Jesus no céu (At 7.59,60); na ocasião da ressurreição de Jesus (Mt 27.52) os sepulcros se abriram e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados (os corpos é que dormiam e saiam). Paulo afirma que os que dormem, Deus os tomará a trazer com ele (1Ts 4.14), e se estão com Deus, não podem estar inconscientes. Logo. “dormir” é uma figura de linguagem que significa morrer e refere-se ao estado do corpo além da morte, e não à alma. Não existe teoria ou doutrina mais materialista do que a doutrina do sono da alma, pois se tudo cessa de agir e funcionar quando o corpo do homem deixa de funcionar, morrendo como um animal, tudo acaba na morte, e então, pode-se viver na maior devassidão sem receio algum!. Aniquilações dos ímpios Essa é outra doutrina criada pelos adventistas e também adotada pelas Testemunhas de Jeová. Segundo essa doutrina, o pecado e os pecadores serão exterminados para não mais existirem Segundo eles, quando as pessoas ressuscitarem, os Justos receberão a vida eterna e os ímpios serão destruídos, não instantaneamente, mas lentamente, ocorrendo no final um aniquilamento total. No entanto, as Escrituras ensinam, sem deixar nenhuma margem de dúvida, a existência de castigo e tormento consciente e eterno para aqueles que não crêem em Deus (Mt 8.1 1-12; 13.42; 22.13; 25.41; Lc 13.24-28; 16.19-31; 2Pe 2.17; Jd 13; Ap 14.9-11; 19.20; 20.10). Quando a Bíblia expressa a destruição dos ímpios, não significa que eles deixam de existir. Simboliza uma condição continua de sofrimento. O pecador já está destruído, sem deixar de existir. A pessoa destrói-se, por exemplo, quando arruína a sua saúde, o seu caráter, a sua vida financeira. Outro detalhe é que a palavra morte não significa aniquilamento, mas separação. Morte física é a separação do espírito do corpo; morte espiritual é a separação do espírito, de Deus; e, morte eterna é a separação completa e eterna da alma humana , da presença e da influência de Deus e de qualquer bem. E impossível duvidar do ensino das Escrituras e da seriedade com que Jesus tratava acerca do inferno, apresentando-o como um lugar literal. A posição do castigo consciente e eterno dos impios não é apenas a posição da Bíblia, mas também dos Pais da Igreja, dos teólogos da Idade Média e dos Reformadores. Os que morrem no pecado continuarão num estado de Existe uma punição consciente e eterna após a morte para os ímpios, quer os Adventistas do Sétimo Dia a aceitem ou não. Esperamos que se arrependam de suas heresias enquanto há tempo! A proibição de alimentos É mais uma prática para fazer os adventistas diferentes dos outros grupos cristãos. O adventista acredita que comer é um ato ligado à vida espiritual, não um ato meramente físico para satisfazer o corpo Eles se baseiam em Levítico 11 e Isaias 65.4. Mas, quais seriam as razôes pelas quais Deus proibiu o uso de alguns animais para alimentação? Em primeiro lugar, Deus não proibiu que comessem determinadas carnes, ele liberou algumas para servirem de alimento entre todas as impuras, pois com a queda do homem toda a terra caiu também, tornando-se impura. Em segundo lugar, os animais vetados por Deus para consumo representam a contaminação pelo pecado do homem, mas estes animais deixariam de ser imundos quando Jesus reconciliasse todas as coisas com Deus (Cl 1.20). Na verdade, o Novo Testamento mostra que todos os animais agora são puros e podem ser comidos pelo homem (Mc 7.19; At 10.10-15; Rm 14.1-3; Lc 10.8; Cl 2.16; lTm4.l-5) O Santuário Os adventistas discordam da opinião que a expiação foi efetuada na cruz; eles acreditam que o sangue de Cristo não tinha por objetivo anular o pecado; ficaria em registro no santuário até a expiação final. Então eles inventaram a teoria do santuário, a qual diz que Jesus Cristo veio ao santuário celestial a 22 de outubro de 1844 para purificá-lo, o que Ele ainda está fazendo; depois de purificá-lo, Ele voltará à Terra, O texto em que eles se apegam é Daniel 8.13,14: Ellen White afirmou que o texto referia-se a Cristo purificando o santuário no céu, quando, na verdade, o texto aplica-se a Judas Macabeu purificando e reedificando o templo de Jerusalém. Daniel 8.14 afirma que o holocausto que era oferecido todas as tardes e manhãs, seria omitido 2.300 vezes á tarde e pela manhã, o que vem a ser 1.150 dias. Isso se cumpriu literalmente, pois a 25 de dezembro de 165 a.C. o sacrifício santo foi oferecido sobre um altar A doutrina adventista do santuário surgiu devido ao fato de falhar a profecia sobre a volta de Cristo, propagada por Miller. Ellen White deu uma explicação, dizendo que Cristo entrou no santuário celeste, ao invés de vir à Terra. Entretanto, o trabalho atual de Cristo não é purificação e sim, inter cessão (Hb 1.3; 9.24). Cristo entrou no santuário celestial quando de sua ascensão, 40 dias depois de sua ressurreição (At 1.11; 7.55; Ef 4.10). No Antigo Testamento os sacerdotes não se sentavam quando ministravam. Uma das provas que Cristo já terminou o seu trabalho quanto à salvação e sacrifício, é que Ele está sentado ([-1h 8.1), não havendo mais nenhuma obra redentora para Ele realizar. Seu trabalho agora é apenas de interceder pelos santos (Hb 7.25). Cristo já fez completamente a purificação dos pecados (Hb 1.3; 9.23-28); uma vez morrendo para consumar a obra salvífica dos pecadores para que eles tivessem livre acesso á presença de Deus no santuário, Cristo realizou um sacrifício expiatório aceitável, que inclusive purificou perfeitamente o próprio santuário. Satanás, o bode expiatório Essa é a doutrina mais herética dos Adventistas do Sétimo Dia; esse é o aspecto principal pelo qual eles não podem ser considerados como cristãos. A base bíblica deles é uma interpretação falsa de Levítico 16.22,26. Eles interpretam que o bode imolado daquela passagem representava Cristo e o bode emissário representava o Diabo. Eles pregam que todos os nossos pecados serão lançados sobre o Diabo e carregados por ele; Satanás será, então, destruído, expiando o pecado com a vida. Segundo eles, quando se completar a obra de expiação no santuário celestial, serão postos sobre Satanás os pecados do povo de Deus. Duas heresias existem aqui: a primeira é que Satanás leva sobre si os pecados dos salvos, sendo assim co-salvador de Jesus e, a segunda é que Satanás será totalmente aniquilado. A verdadeira interpretação sobre a passagem é que ambos os bodes representam duas fases da obra expiatória de Cristo: o bode imolado representa a expiação dos pecados e o bode enviado representa a remoção completa dos pecados. Se esses dois animais tivessem sido designados para simbolizar dois aspectos opostos entre si, certamente Deus não incluiria dois animais da mesma espécie. Outro detalhe é que todos os animais utilizados nos rituais eram sem defeito; como poderia Satanás ser representado por um animal sem mácula? Ao contrário do ensino adventista, foi unicamente Cristo quem apagou nossas transgressões e carregou nossos pecados (Is 53.6; lo 1.29; D’e 2.24; 3.18; ). As atividades do Diabo são bem diferentes: ele é o destruidor, o príncipe deste século, o perturba-dor da obra de Deus, o enganador dos homens. Quanto á doutrina adventista do aniquilamento do Diabo, a Bíblia diz que ele será atormentado para todo o sempre (Ap 20.10). Conclusão Em suma, o Adventismo do Sétimo Dia apresenta ser uma igreja cristã verdadeira, mas a confusão que faz com relação a volta de Cristo, a incerteza da expiação completa, o fato de propagar o aniquilamento dos ímpios e o sono do crente após a morte, a ênfase exagerada no legalismo através da guarda da lei veterostamentária, são aspectos cruciais que obscurecem o evangelho puro da graça, tornando os adventistas em falsos pregadores da fé cristã.












